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292 resultados encontrados com uma busca vazia

  • Time Warp divulga atrações para a edição que acontecerá no Brasil

    Follow @p4producoes Matéria: Guilherme Fonseca // @listengibby O evento será realizado nos dias 06 e 07 de maio no Sambódromo Anhembi, em São Paulo e contará com vários dos grandes nomes da música eletrônica underground nacional e internacional, como: ARTBAT, Charlotte de Witte, Nina Kraviz, L_cio e Maceo Plex. Ainda não foram definidos os line ups de cada dia, mas já é possível comprar os ingressos avulsos para cada dia e o passaporte para os dois dias do evento no site do Time Warp.

  • EXCLUSIVO: Solomun volta a se apresentar em São Paulo em 2022

    Follow @p4producoes Matéria: Guilherme Fonseca // @listengibby Depois de mais de dois anos sem termos apresentações do DJ e produtor Solomun no Brasil, nós da P4 Produções recebemos com exclusividade a informação de que ele estará de volta à São Paulo em 05 de fevereiro de 2022 em um evento Open Air, não obtivemos resposta sobre o local exato, mas certamente essa é uma notícia que já mexe com os nossos corações de fãs.

  • Armin Van Buuren se apresentará em São Paulo na Arca em janeiro

    Follow @p4producoes Matéria: Guilherme Fonseca // @listengibby Fonte: PlayBPM Já era hora do super astro Armin van Buuren retornar ao país e esse aguardado reencontro com os fãs brasileiros já tem data marcada: 28 de janeiro de 2022. Com realização da M-S Live e Plusnetwork, o DJ e produtor holandês se apresenta em São Paulo, num evento épico que ocorrerá no espaço exclusivo da ARCA, por onde já passaram grandes nomes e labels da cena eletrônica mundial. Armin ama o nosso país. Sua última turnê em terras tupiniquins foi em 2018, durante o Carnaval, deixando muita saudades por São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Recife. O astro possui diversas passagens épicas pelas principais cidades brasileiras nos últimos anos, com destaque para sua apresentação no Ultra Music Festival no Rio de Janeiro em 2017, além de seu show exclusivo ARMIN ONLY, que ocorreu no mesmo ano, no Pavilhão do Anhembi, na capital paulista. Eleito o DJ número 1 em 2007, 2008, 2009, 2010 e 2012 pela votação do Top 100 DJs da DJ Mag britânica, o DJ e produtor bateu o recorde em ser o único artista a conquistar o feito por cinco vezes. Seus sets sempre trazem um mix de Trance e outras variantes da música eletrônica, arrastando fãs de todo o mundo. Além de dono da label Armada Music, responsável por diversos lançamentos importantes, o artista possui seu programa de rádio semanal chamado A State of Trance, que é ouvido por mais de seis milhões de pessoas semanalmente. Com início às 22h e término às 7h, a noite com Armin van Buuren na ARCA promete muita emoção e boas energias nesse retorno aos eventos presenciais em São Paulo. Os ingressos serão vendidos através da INTI a partir das 12h do dia 3 de dezembro. Fique ligado nas redes da ARCA e dos realizadores para mais informações. Serviço Armin van Buuren na ARCA Data: 28 de janeiro de 2022 Horário: das 22h às 7h Local: ARCA (Av. Manuel Bandeira, 360, Vila Leopoldina, São Paulo - SP) Ingressos: à venda em 3/12, meio-dia, a partir de R$150 via INTI. Realização: M-S Live (@m_s.live) e Plusnetwork (@plusnetworkbr) Redes sociais: @arcaspaces

  • Retorno épico de Solomun ao Brasil é marcado com long set intenso e poderoso

    Os dias 4 e 5 de fevereiro ficará marcado na cabeça dos fãs que puderam acompanhar a apresentação deSolomun. Após dois anos de espera, o produtor bósnio-alemão retornou ao Brasil e promoveu mais um long set inacreditável, com uma experiência intensa e cheia de vida. Aos gritos de “eu não vou embora” no final da apresentação, Solomun retornou e ultrapassou a meta de 6 horas de set com louvor. O produtor iniciou a tour pelo Brasil no Warung Beach Club, em Itajaí, na sexta-feira (04/02), e retornou à São Paulo no sábado para se apresentar num lugar inédito, no Autódromo de Interlagos. Pouco antes do evento, a Be On Entertainment, responsável pela produção do evento, confirmou o esgotamento dos ingressos, assim como nas outras apresentações de Solomun em São Paulo, em 2018 e 2019. Com um warm up muito bem feito, o público já estava pronto para a chegada de Solomun, que realizou um long set de mais de 6 horas, como a produção havia prometido poucos dias antes nas redes sociais. O produtor realizou uma apresentação muito marcante e intensa, com diversos picos de energia e animação. Solomun mostrou mais uma vez o seu talento único em construir long sets memoráveis, com muita precisão, o mago não errou nenhuma música durante o set. Seu talento nato se mostra principalmente no fato dele conduzir a energia da pista de uma maneira progressiva, mas é uma progressão que vai variando de intensidade para cima ou para baixo a cada música e lentamente subindo o bpm. É um ciclo de músicas que vai criando uma vibe e conexão únicas com o público. No final da apresentação, um show a parte. O público emocionado pediu por mais e o Solomun, claro, não decepcionou. Se mostrou muito agradecido pela recepção dos brasileiros e fechou o long set com chave de ouro, com um nascer de sol lindo que complementou a experiência da galera.

  • CONHEÇA O HEADLINER DA CHICAGO 2022: MORTTAGUA

    Follow @p4producoes Matéria: Guilherme Fonseca // @listengibby Fonte: GRVE Entre os grandes produtores e DJs brasileiros está Morttagua, natural do Rio de Janeiro, conhecido como um dos principais nomes do Progressive House brasileiro. Suas produções são conhecidas por trazer uma atmosfera melódica, com grooves de Techno, junto com elementos progressivos. O reconhecimento do seu trabalho veio através de um grande número de lançamentos que inclui, com frequência, os top charts do Beatport, com o tempo, ganhando notoriedade no cenário nacional e internacional, tendo suportes de lendas do underground como: Solomun, Tale of Us, Hernan Cattaneo, Nick Warren, Nicole Moudaber, Pete Tong Sander Kleinenberg, Luciano, além dos super stars Above & Beyond, Armin Van Buuren, Tiesto, David Guetta, Paul Oakenfold, Paul Van Dyk e Markus Schulz, e outros grandes artistas. Assim como produtor, Morttagua também alcançou grandes voos como DJ, com passagem em renomadas festas e festivais, além de vencer a etapa brasileira do BURN Residency, competição que contou com mais de 1000 inscritos. Com isso, ele participou da etapa mundial, alcançando a segunda colocação da competição. Front Man da Timeless Moment Além de DJ e produtor, o artista dirige sua própria gravadora, a Timeless Moment Music, fundada em 2016, que rapidamente se tornou uma das principais gravadoras do Brasil. Para Morttagua, sua gravadora é apenas uma tradução de todo o amor que ele sempre manteve pelo Progressive House. Eu tinha uma outra gravadora de Progressive House que havia lançado em 2010, onde aposentei em 2015. Em 2016, quando recebi a notícia que o Beatport ia “Re inaugurar” o gênero, retirando os estilos comerciais, soube que era o momento ideal para voltar a ter minha própria gravadora. O objetivo era lançar minhas próprias faixas, ficando livre para lançar quando desse na telha, porém, como eu já era conhecido na cena Prog da gringa, comecei a receber muitas demos, dessa forma o selo rapidamente expandiu. A curadoria da Timeless Moment é feita em volta do que eu toco, ou seja, só lanço o que eu pretendo tocar na pista. Acredito que por ter tanto tempo de experiência no gênero, consegui fazer uma curadoria bem específica e nichada para que a gravadora crescesse desta forma. Em 2021, a Timeless lançou a compilação – Timeless Moment 5 years Vol.1 & Vol.02, com algumas das melhores faixas já lançadas pela gravadora. Essa compilação é muito especial, comemorando nossos 5 anos de Gravadora. Porém como haviam muitas faixas para escolher, acabei dividindo em 2 volumes com 50 faixas cada. Tenho muito orgulho de ter lançado para o mundo, artistas ainda desconhecidos na época, como Space Motion e Stylo, que lançaram inúmeras faixas conosco em 2018, sendo hoje um dos mais bombados do gênero Melodic House & Techno. O sentimento de Morttagua em alcançar um trabalho reconhecido mundo afora Sinto muito orgulho desta longa estrada e de nunca ter desistido do Melodic e Progressive House, nunca ter me vendido para outros gêneros, mesmo quando a tentação financeira era gigante. Sobreviver produzindo e tocando o real Progressive House no Brasil em 2010 – 2016 não foi fácil, período que não existia uma cena para o gênero aqui, com pouquíssimos DJs e produtores musicais apostando nessa cena, com clubes, contratantes e agências falando que o estilo jamais bombaria no Brasil. Me dá imenso prazer em ver que agora temos uma cena pulsante do gênero, com inúmeras festas e produtores musicais, me dá extrema felicidade saber que todo meu trabalho de base, apostando no gênero que amo, está finalmente podendo chegar a uma audiência muito maior, tanto fora, como na minha terra natal. Garanta já o seu ingresso para a CHICAGO 2022 que acontecerá no dia 18/03 no Espaço Sobre as Ondas.

  • MUSEU DE MÚSICA ELETRÔNICA É INAUGURADO EM FRANKFURT

    Exposições exploram momentos icônicos da história da música eletrônica Um novo museu dedicado à música eletrônica foi inaugurado em outubro de 2021 Com sede em Frankfurt, o Museu da Música Eletrônica Moderna (MOMEM) foi o primeiro de seu tipo - explorando os sons, a história e o futuro associados à história da música eletrônica. Leia isto a seguir: Um novo livro está destacando 95 mulheres pioneiras da música eletrônica No interior, os visitantes poderão encontrar salas de exposição, áreas de performance e instalações que reúnem arquitetura e som. Um espaço de biblioteca também oferecerá uma riqueza de história musical, enquanto instrumentos, toca-discos e software permitirão que os hóspedes criem suas próprias músicas. Exposições com curadoria especial compartilharão momentos icônicos da música eletrônica por meio de artistas, folhetos , logotipos e obras de arte. Leia isto a seguir: Os 10 sintetizadores mais influentes de todos os tempos No exterior, o próprio edifício do MOMEM combina cuidadosamente com o conteúdo do museu: o design inspira-se nos discos de 12”, nas mangas quadradas e na malha metálica dos soundsystems . Gráficos de ondas sonoras envolvem o museu, enquanto áreas interativas permitem que os transeuntes manipulem ondas sonoras por meio de telas sensíveis ao toque. Para melhorar o aspecto multissensorial do museu, shows ao vivo de artistas locais e internacionais serão transmitidos na fachada do MOMEM, com os espectadores podendo se conectar via Bluetooth. O museu está sob a responsabilidade do diretor Alex Azary , que se inspirou em seu amigo de longa data, parceiro e fundador do Technoclub Andreas “Talla” Tomalla , que teve a ideia inicial do museu em 2011. Leia isto a seguir: Uma nova exposição explorando a influente história da música de Nova York foi aberta Os planos para o conceito foram anunciados em 2015, enquanto uma versão pop-up foi lançada na cidade em 2018 . Com sua experiência em primeira mão na história da música eletrônica em mente, Azary é um dos principais ativistas culturais em sua cidade natal, Frankfurt.

  • O TECHNO É O NOVO PUNK

    Em São Paulo, a cena de música eletrônica experimental revive de maneira moderna o caráter inclusivo do rock cru dos anos 1970 O Punk é o novo Techno © Ivi Maiga Bugrimenko Em uma sociedade que tem, muitas vezes, dificuldade em lidar com o diferente, a música sempre foi um caminho de contestação. O punk nasceu como um exemplo disso, no som e na atitude: nos anos 1970, inverteu a estética polida da disco music comercial que dominava o mainstream, declarou que qualquer um podia fazer música e levantou a bandeira de que tudo bem ser estranho, tudo bem não se encaixar. Esse caminho questionador também é seguido pelo techno, que ao colocar no centro da ação as baterias eletrônicas, atirou pela janela todo o velho cânone da produção e da composição musical. Na década de 1980, os DJs e produtores da cidade norte-americana de Detroit forjaram o que se entende por techno e criaram as bases de uma estética sonora inovadora, que inspiraria diversas gerações de artistas a explorar caminhos criativos fora do lugar-comum – e diversas gerações de jovens a se aceitar fora do lugar-comum. Lá atrás, o punk foi berço da rebeldia e casa para toda sorte de desgarrados, para quem não se enquadrava no status quo. Em São Paulo, hoje, além da própria cena punk, nenhum outro “lugar” replica esse espírito como o techno. Techno é o Novo Punk © Ivi Maiga Bugrimenko No que diz respeito ao que sai das caixas de som, o gênero se explica pelo quê mecânico: loops de bateria eletrônica repetidos de forma a criar um efeito hipnótico, arranjados para reforçar essa capacidade de transe. Um transe individual que, nas pistas de dança, se transforma em um transe grupal. Essa ideia, rebelde por definição, criou em torno de si um vasto e diverso grupo de seguidores. Gente “inadequada” aos padrões sociais, à “normose” predominante. Na capital paulista, tal universo se consolidou especialmente em torno de eventos organizados nas ruas ou em espaços alternativos, uma resposta mais acessível aos ingressos caros de grandes clubes noturnos. É em festas dos núcleos Mamba Negra, Capslock, Sangra Muta, Düsk, ODD, Vampire Haus, OBRA e Coletivo Äpex, entre outros, que o techno segue em seu processo contínuo de metamorfose, embalando corpos em um movimento não apenas físico, mas político. O techno abraça amplamente, por exemplo, o público ligado à causa LGBTQ+, com iniciativas como a entrada gratuita para transexuais. Paula Rebellato, de 29 anos, da banda brasileira de pós-punk Rakta, passeia pelo universo do punk e do techno, e respira nos dois o mesmo oxigênio contestador. “[Ambos] me deram uma força absurda para lidar com as problemáticas da adolescência”, conta. Para o produtor curitibano Gustavo Paim, de 27 anos, na música o punk e o techno se encontram na capacidade de “fazer o som avançar”. “É algo voltado para frente, para o futuro, contra as fórmulas”, afirma. O Punk é o novo Techno © Ivi Maiga Bugrimenko Para mim, o techno foi a continuação do punk nos anos 1990”, diz o DJ e produtor Renato Cohen, de 43 anos, consagrado por suas produções de techno e figura ativa na cena underground. Ele ressalta a veia do “faça você mesmo” nesses universos. “[É] viver às margens do sistema, sem ignorá-lo, e com a intenção de mudá-lo, de incluir todos e de fazer o que é o certo. E os dois tipos de música têm estruturas muito simples, com possibilidades quase infinitas e muito democráticas.” Cohen tocou na banda punk Disk Putas antes de se tornar mundialmente conhecido por suas produções eletrônicas. Em São Paulo, as festas de techno e música eletrônica experimental florescem fora do grande mercado. Produtores se unem para dar vida a tais eventos, em boa parte do tempo sem muitos incentivos financeiros. É aí que nasce um lugar de caráter inclusivo, plural e acolhedor. “Festas como Mamba Negra, Festa Temporária e Metanol estão revolucionando o convívio na cidade”, acredita Carlos Issa, 46 anos, nome por trás do projeto musical Objeto Amarelo. “É um ambiente absurdamente inclusivo, uma aceleração do punk anarco original. Não estão resgatando o punk, nem algum tipo de comunidade ideal perdida no tempo e na história, mas têm, sim, um objetivo em comum com o punk. Essas festas estão inventando mundos novos, modos de compartilhar tempo e espaço que levam em consideração as novas diferenças e os novos outros. A cena experimental e a cena eletrônica estão dialogando e criando um ambiente de insurreição radical em São Paulo. Radical no sentido sonoro, porque inclui todos os sons do mundo, e radical no convívio – inclui todos os corpos do mundo.” Techno é o Novo Punk © Ivi Maiga Bugrimenko Não é fácil pintar com palavras a revolução a que Carlos Issa se refere, mas as imagens que ilustram este texto, clicadas pela fotógrafa Ivi Maiga Bugrimenko em festas de diferentes núcleos ao longo de 2018, dão uma amostra desse universo plural, no qual “todos os sons” e “todos os corpos” convivem de maneira criativa e, acima de tudo, livre. A Undercity, evento que acontece no Trevo Urban Parking em Aracaju no dia 11 de Junho, tem a intenção de reunir diferentes vertentes e direções da cena eletrônica mundial, desde o som das pistas até as linhas mais experimentais. Serão festa de 8 horas conta com DJs e produtores em destaque. Estão no line-up nomes quentes do techno e do house, como Bumpz, Dandara, Disfalq, jjsojj, Netx e Yoh.

  • Lugar de mulher é onde ela quiser, inclusive na CDJ:

    Saiba como é a presença feminina no cenário eletrônico sergipano e os desafios para mulheres que decidiram seguir a arte de discotecar. Follow: @p4produções Matéria: Marina Valois // @_nivadj Mateus Ceuta // @ceuta_ Não é novidade para ninguém que a presença feminina é cada vez mais constante nos palcos dos grandes festivais em todo o mundo. “As minas” têm dominado a cena e hoje já podemos citar algumas referências nacionais e internacionais, como Anna e Charlotte de White respectivamente. Nomes como estes vêm inspirando jovens garotas a se jogarem de cabeça neste incrível mundo da música eletrônica. Mas quais são os desafios enfrentados por essas mulheres dentro do cenário eletrônico? Para responder essa e outras perguntas, a P4 convidou as DJs sergipanas Anny B e Arabrab para um bate papo super especial no dia internacional da Mulher. Primeiro, entrevistamos Bárbara Alves aka Djane Arabrab, considerada uma grande incentivadora feminina para a cena local, que sabendo da sua importância e representatividade encoraja várias mulheres a seguirem o seu caminho. Confira a seguir. Quando foi seu primeiro contato com a música eletrônica em Sergipe? Foi na E-motrixx, festa que aconteceu em 2008, logo fiquei encantada com o ambiente acolhedor que a festa eletrônica proporciona e além disso foi meu primeiro contato com o psytrance, foi amor à primeira vista. Qual sua maior dificuldade enfrentada como mulher e djane? Inicialmente, a desmotivação. Sempre pedi muita ajuda às pessoas que já estavam na cena, mas nem todos queriam me ajudar. Ou seja, tive que me virar sozinha. Ademais, a questão dos produtores, que muitas vezes não dão chance de mostrar o meu trabalho e apenas mostram interesse por segundas intenções. Quais perspectivas para o futuro do cenário local? Eu tenho confiança de que o cenário feminino na cena eletrônica local vai aumentar, inclusive estou aberta para ajudar. As cenas estão se juntando e isso é muito importante para o cenário local. Muitos artistas locais estão voando, com muito estudo e aperfeiçoamento. Também entrevistamos Anny B, considerada pela House Mag a Protagonista Regional do Nordeste na cena eletrônica, a atual TOP 50 do Brasil pela DJane Mag, integrante do BRMC TEAM - Brazil Music Conference. Estes e outros atributos a tornam uma grande referência feminina para o cenário nordestino. Confira a seguir. Quando foi seu primeiro contato com a música eletrônica em Sergipe? Há 15 anos atrás, na festa rave chamada E-motrixx, onde tocava psytrance. Comecei a frequentar as festas com 18 anos e logo me identifiquei, lembro que eu praticava ginástica rítmica ao som de músicas sem vocal apenas com batidas, então quando tive o primeiro contato com a música eletrônica acabou rolando um “match” de primeira. Qual sua maior dificuldade enfrentada como mulher e djane? A dupla jornada! Eu sou mãe, DJ, dona de casa, redatora e estou entrando no ramo de produção musical. Vale ressaltar que a mulher tem uma cobrança maior da sociedade, seja como mãe, seja como mulher. Além disso, a profissão de DJ foge um pouco do tradicional, o que acaba se tornando mais difícil, pois as pessoas acabam não respeitando a rotina em casa (por pensar que tá em casa pode fazer mais de uma tarefa ao mesmo tempo). Quais perspectivas para o futuro do cenário local? Temos grande potencial pois a cena sergipana tem vários artistas que levam a sério e respeitam a profissão, porém ficamos para trás muitas vezes por erros de DJs amadores. Existe muita qualidade nos DJs locais, contudo o que falta é respeito à profissão, tanto por parte dos próprios DJs quanto dos produtores e do público. Como observamos ao logo da matéria, apesar da presença feminina está chegando forte no cenário local, ainda há um longo caminho a ser percorrido contra alguns preconceitos. Muitas vezes mascarados pelas cobranças excessivas para provar seus conhecimentos, além da grande quantidade de comentários duvidosos sobre o talento destas. É importante destacar a força e a representatividade feminina. Olhar para o palco e ver que tem uma mulher atrás da cdj traz a sensação de que você, mulher, pode sim estar ali também. Para dar continuidade e fortalecer a presença feminina, é preciso seguir lutando e dando suporte às “mina”. Apoie a causa com ações efetivas! Escute, assista, enalteça, apoie e compartilhe trabalhos feitos por djanes. A sociedade agradece. “A igualdade é uma necessidade vital da alma humana. Deve-se dar a mesma quantidade de respeito e atenção a todo ser humano, porque respeito não tem grau”. (Simone Weil) Saiba mais sobre as djanes: @dj.anny.b // @djarabrab

  • CHICAGO: Mysterious Night 2022 desembarca em Aracaju no mês de março

    Follow @p4producoes Matéria: Guilherme Fonseca // @listengibby Intrigante, sedutora e sofisticada, sejam bem vindos à Chicago. Uma line-up impecável e repleta de nomes influentes do Progressive House e Techno, irá estrear o cenário de música eletrônica no espaço Sobre as Ondas, que será palco do evento. Dia 18 de março criaremos um ambiente novo e convidamos você para explorar os mistérios de Chicago. ▇ ▅ █ ▅ ▇ ▅ ▃ ▅ ▅ ▅ ▇ LINE-UP Morttagua Eduardo Drumn JJSOJJ D.Conection Oiro Niva ▇ ▅ █ ▅ ▇ ▅ ▃ ▅ ▅ ▅ ▇ ♦Tickets 4º lote: > R$85,00 ▇ ▅ █ ▅ ▇ ▅ ▃ ▅ ▅ ▅ ▇ ♦PONTOS DE VENDA: > Hotel Beira Mar > Pix (Direct Instagram) > http://www.p4producoes.com/tickets > COMISSÁRIOS OFICIAIS ▇ ▅ █ ▅ ▇ ▅ ▃ ▅ ▅ ▅ ▇ ♦ LOCAL - SOBRE AS ONDAS (Orla de Atalaia)

  • Tundra acontece pela primeira vez em Balsas-Ma

    Organização garante 8h de música com DJs de peso. O evento acontece sábado 23 de Julho, às 22h, no Sakura Eventos. Dj Padox uma das atrações da Tundra Com a promessa de ser um dos mais icônicos eventos de música eletrônica, Tundra será realizado no sábado 23 de Julho, no Sakura Eventos, em Balsas. De acordo com a organização, a expectativa é animadora, tendo o primeiro lote esgotado em menos de 24h após o seu lançamento. O festival tem o propósito de mexer com a imaginação do público, misturando música eletrônica, arte e entretenimento. “A festa se destaca pela capacidade de inovar e de mexer com o imaginário do público”, ressaltam. Na sua edição de estréia tem o seu Conceptual Branding assinado pela P4 Network, selo responsável por eventos em todo brasil. Na sua edição de estréia é tem o seu Conceptual Branding assinado pela P4 Network. Música eletrônica Estão programadas 8 horas de shows ininterruptos, com apresentação de 5 DJs de peso. Estão confirmados nomes como DJs Padox, Viktor, Italoh e Rhowdzz b2b Matevs. Clique no Link para tickets ou mais Informações. Leia também: A cena Indie Dance do Brasil: Descubra os artistas que estão levando o gênero para novos patamares

  • CONHEÇA "NYMPHOMANIAC" A FAIXA DO ANDRÉ GAZOLLA EM COLLAB COM HOW TO LOOT BRAZIL

    Mais forte do que nunca, André Gazolla debutou na G-Spot com os vocais da banda alemã How To Loot Brazil em "Nymphomaniac". O single conta com influência sonora do Tech House, um forte vocal como elemento principal e uma melodia cativante. O DJ e produtor acredita que cada um sente a música de um jeito diferente, mas, se fosse pra definir, ele a enxerga como trilha para as mulheres mais jovens em sua época mais livre, dançando, se rebelando, sem se preocupar muito com o que os outros pensam. Com essa energia, já dá pra saber que é uma sonzeira! Trazendo como referência para dentro do estúdio tudo aquilo que vivencia, lugares que frequenta, pessoas que conhece, natureza que visita e o que observa em seu cotidiano, André Gazolla apresenta em "Nymphomaniac" uma forte pegada de Tech House e House, com o vocal marcante de How To Loot Brazil como elemento principal, além de muito groove e percussão. "A ideia foi fazer um som pista sem apelar e sem break agressivo. O intuito foi destacar o vocal acima de qualquer outro elemento, com o groove acompanhando. Foram questão de horas pra estar pronta. Produzir essa foi simples e divertido", descreve. Para 2022, podemos esperar de Gazolla uma nova roupagem como artista e em sua linha de som. O DJ decidiu, durante o período pandêmico, não forçar muito seu lado artístico a seguir tendências do mercado para sobreviver disso, e sim fazer com amor e deixar fluir, tentando dar sempre 100% de si nas produções e apresentações. "Música é sentimento, gosto de trabalhar de uma forma que minha criatividade esteja fluindo fácil e rápido, então só faço música quando tenho vontade e quando isso acontece é um processo divertido, eu consigo finalizar a música em algumas horas, não gosto de deixar a ideia de um dia para o outro", compartilha. O produtor deixa seu nome registrado na cena desde 2009, tendo em sua bagagem apresentações em palcos como Rock In Rioe Northern Nights, além de apresentações nos mais diversos spots musicais do globo, como Estados Unidos, México, Moçambique, Guatemala, Costa Rica e os suportes de nomes relevantes como Laurent Garnier, Nicole Moudaber, Sidney Charles, Richy Ahmed, Paco Osuna, Hot Since 82, dOp, Paul C & Paolo Martino, Huxley e Luigi Rocca. Pronto para o que André Gazolla guardou para este ano? Ouça já "Nymphomaniac", pela G-Spot Records, disponível nas principais plataformas digitais.

  • MUSIC ON FESTIVAL 2022

    Matéria: Paulo XSavier (@xsavierofficial) Após dois anos sem nenhuma edição em virtude da pandemia do Covid-19, o MUSIC ON FESTIVAL 2022 ocorreu com sucesso e já está deixando todos ansiosos para as próximas edições! O MUSIC ON FESTIVAL com sede em Amsterdã na Capital da Holanda, tornou-se sucesso praticamente da noite para o dia, desde a sua primeira edição em 2017. O festival une apaixonados e consumidores assíduos pela música techno de qualidade. O evento aconteceu durante os dias 7 e 8 de maio desse ano no maravilhoso Havenpark e a sua LINE Up estava recheada de lendas e debutantes desse gênero musical tão apreciado. Nomes bem conhecidos como Archie Hamilton, Danny Tenaglia, Hot Since 82, Hector Couto, Jamie Jones, Loco Dice, Paco Osuna, Solardo, WAFF e Marco Carola, atraíram o público que também saiu bem satisfeito com apresentações icônicas como a do britânico Richy Ahmed e de Archie Hamilton que despojaram toda a "minimaleira brava" na pista que respondeu ensandecida! Paco Osuna, que dispensou o set up tradicional da festa, veio alado de um Mixer Model 1, uma disparadora de efeitos da Xone seu MacBook. Sua apresentação agradou e muito a multidão, que ali se acotovelava pra aproveitar ao máximo sua performance repleta de muitos samples e vocais dispersos, dando um swing ritmado a pista. Fechando a edição de 2022 na conhecida Veneza do Norte, Marco Carola decepcionou bastante a pista que aguardava um som mais pujante pra fechar com chave de ouro o festival o qual encabeça. Mas o aclamado "boneco de cera" considerado pela crítica um dos embaixadores do techno global, dessa vez deixou a desejar bastante no seu set, o que causou muitos comentários nas redes sociais. O festival que hoje é uma grande festa itinerante segue com destino a Pacha em Ibiza, onde irá acontecer no dia 7 de julho desse mesmo ano. Pra saber mais sobre a festa assim como agenda das datas, siga @musiconofficial no Instagram ou acesse o site www.musiconfestival.nl. Os vídeos sets estão disponíveis no YouTube e os sets podem ser encontrados nas plataformas musicais. Espero que tenham gostado da matéria e em breve tem mais notícias do que está rolando na cena underground mundial.

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Fundada no Nordeste Brasileiro em 2012, a P4 começou atuando como uma agitadora cultural, evidenciando expoentes locais através da produção de eventos.  Com o tempo, o conceito da marca foi se tornando cada vez mais abrangente e alcançando ainda mais espaços. Com um equipe de destaque, a P4 se tornou também uma gravadora brasileira especializada em gravações de techno, house music, eventos, reserva de artistas e gerenciamento. Além de ter se tornado um portal de notícias independente que vive e respira dance music.

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