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  • CONHEÇA O HEADLINER DA CHICAGO 2022: MORTTAGUA

    Follow @p4producoes Matéria: Guilherme Fonseca // @listengibby Fonte: GRVE Entre os grandes produtores e DJs brasileiros está Morttagua, natural do Rio de Janeiro, conhecido como um dos principais nomes do Progressive House brasileiro. Suas produções são conhecidas por trazer uma atmosfera melódica, com grooves de Techno, junto com elementos progressivos. O reconhecimento do seu trabalho veio através de um grande número de lançamentos que inclui, com frequência, os top charts do Beatport, com o tempo, ganhando notoriedade no cenário nacional e internacional, tendo suportes de lendas do underground como: Solomun, Tale of Us, Hernan Cattaneo, Nick Warren, Nicole Moudaber, Pete Tong Sander Kleinenberg, Luciano, além dos super stars Above & Beyond, Armin Van Buuren, Tiesto, David Guetta, Paul Oakenfold, Paul Van Dyk e Markus Schulz, e outros grandes artistas. Assim como produtor, Morttagua também alcançou grandes voos como DJ, com passagem em renomadas festas e festivais, além de vencer a etapa brasileira do BURN Residency, competição que contou com mais de 1000 inscritos. Com isso, ele participou da etapa mundial, alcançando a segunda colocação da competição. Front Man da Timeless Moment Além de DJ e produtor, o artista dirige sua própria gravadora, a Timeless Moment Music, fundada em 2016, que rapidamente se tornou uma das principais gravadoras do Brasil. Para Morttagua, sua gravadora é apenas uma tradução de todo o amor que ele sempre manteve pelo Progressive House. Eu tinha uma outra gravadora de Progressive House que havia lançado em 2010, onde aposentei em 2015. Em 2016, quando recebi a notícia que o Beatport ia “Re inaugurar” o gênero, retirando os estilos comerciais, soube que era o momento ideal para voltar a ter minha própria gravadora. O objetivo era lançar minhas próprias faixas, ficando livre para lançar quando desse na telha, porém, como eu já era conhecido na cena Prog da gringa, comecei a receber muitas demos, dessa forma o selo rapidamente expandiu. A curadoria da Timeless Moment é feita em volta do que eu toco, ou seja, só lanço o que eu pretendo tocar na pista. Acredito que por ter tanto tempo de experiência no gênero, consegui fazer uma curadoria bem específica e nichada para que a gravadora crescesse desta forma. Em 2021, a Timeless lançou a compilação – Timeless Moment 5 years Vol.1 & Vol.02, com algumas das melhores faixas já lançadas pela gravadora. Essa compilação é muito especial, comemorando nossos 5 anos de Gravadora. Porém como haviam muitas faixas para escolher, acabei dividindo em 2 volumes com 50 faixas cada. Tenho muito orgulho de ter lançado para o mundo, artistas ainda desconhecidos na época, como Space Motion e Stylo, que lançaram inúmeras faixas conosco em 2018, sendo hoje um dos mais bombados do gênero Melodic House & Techno. O sentimento de Morttagua em alcançar um trabalho reconhecido mundo afora Sinto muito orgulho desta longa estrada e de nunca ter desistido do Melodic e Progressive House, nunca ter me vendido para outros gêneros, mesmo quando a tentação financeira era gigante. Sobreviver produzindo e tocando o real Progressive House no Brasil em 2010 – 2016 não foi fácil, período que não existia uma cena para o gênero aqui, com pouquíssimos DJs e produtores musicais apostando nessa cena, com clubes, contratantes e agências falando que o estilo jamais bombaria no Brasil. Me dá imenso prazer em ver que agora temos uma cena pulsante do gênero, com inúmeras festas e produtores musicais, me dá extrema felicidade saber que todo meu trabalho de base, apostando no gênero que amo, está finalmente podendo chegar a uma audiência muito maior, tanto fora, como na minha terra natal. Garanta já o seu ingresso para a CHICAGO 2022 que acontecerá no dia 18/03 no Espaço Sobre as Ondas.

  • MUSEU DE MÚSICA ELETRÔNICA É INAUGURADO EM FRANKFURT

    Exposições exploram momentos icônicos da história da música eletrônica Um novo museu dedicado à música eletrônica foi inaugurado em outubro de 2021 Com sede em Frankfurt, o Museu da Música Eletrônica Moderna (MOMEM) foi o primeiro de seu tipo - explorando os sons, a história e o futuro associados à história da música eletrônica. Leia isto a seguir: Um novo livro está destacando 95 mulheres pioneiras da música eletrônica No interior, os visitantes poderão encontrar salas de exposição, áreas de performance e instalações que reúnem arquitetura e som. Um espaço de biblioteca também oferecerá uma riqueza de história musical, enquanto instrumentos, toca-discos e software permitirão que os hóspedes criem suas próprias músicas. Exposições com curadoria especial compartilharão momentos icônicos da música eletrônica por meio de artistas, folhetos , logotipos e obras de arte. Leia isto a seguir: Os 10 sintetizadores mais influentes de todos os tempos No exterior, o próprio edifício do MOMEM combina cuidadosamente com o conteúdo do museu: o design inspira-se nos discos de 12”, nas mangas quadradas e na malha metálica dos soundsystems . Gráficos de ondas sonoras envolvem o museu, enquanto áreas interativas permitem que os transeuntes manipulem ondas sonoras por meio de telas sensíveis ao toque. Para melhorar o aspecto multissensorial do museu, shows ao vivo de artistas locais e internacionais serão transmitidos na fachada do MOMEM, com os espectadores podendo se conectar via Bluetooth. O museu está sob a responsabilidade do diretor Alex Azary , que se inspirou em seu amigo de longa data, parceiro e fundador do Technoclub Andreas “Talla” Tomalla , que teve a ideia inicial do museu em 2011. Leia isto a seguir: Uma nova exposição explorando a influente história da música de Nova York foi aberta Os planos para o conceito foram anunciados em 2015, enquanto uma versão pop-up foi lançada na cidade em 2018 . Com sua experiência em primeira mão na história da música eletrônica em mente, Azary é um dos principais ativistas culturais em sua cidade natal, Frankfurt.

  • O TECHNO É O NOVO PUNK

    Em São Paulo, a cena de música eletrônica experimental revive de maneira moderna o caráter inclusivo do rock cru dos anos 1970 O Punk é o novo Techno © Ivi Maiga Bugrimenko Em uma sociedade que tem, muitas vezes, dificuldade em lidar com o diferente, a música sempre foi um caminho de contestação. O punk nasceu como um exemplo disso, no som e na atitude: nos anos 1970, inverteu a estética polida da disco music comercial que dominava o mainstream, declarou que qualquer um podia fazer música e levantou a bandeira de que tudo bem ser estranho, tudo bem não se encaixar. Esse caminho questionador também é seguido pelo techno, que ao colocar no centro da ação as baterias eletrônicas, atirou pela janela todo o velho cânone da produção e da composição musical. Na década de 1980, os DJs e produtores da cidade norte-americana de Detroit forjaram o que se entende por techno e criaram as bases de uma estética sonora inovadora, que inspiraria diversas gerações de artistas a explorar caminhos criativos fora do lugar-comum – e diversas gerações de jovens a se aceitar fora do lugar-comum. Lá atrás, o punk foi berço da rebeldia e casa para toda sorte de desgarrados, para quem não se enquadrava no status quo. Em São Paulo, hoje, além da própria cena punk, nenhum outro “lugar” replica esse espírito como o techno. Techno é o Novo Punk © Ivi Maiga Bugrimenko No que diz respeito ao que sai das caixas de som, o gênero se explica pelo quê mecânico: loops de bateria eletrônica repetidos de forma a criar um efeito hipnótico, arranjados para reforçar essa capacidade de transe. Um transe individual que, nas pistas de dança, se transforma em um transe grupal. Essa ideia, rebelde por definição, criou em torno de si um vasto e diverso grupo de seguidores. Gente “inadequada” aos padrões sociais, à “normose” predominante. Na capital paulista, tal universo se consolidou especialmente em torno de eventos organizados nas ruas ou em espaços alternativos, uma resposta mais acessível aos ingressos caros de grandes clubes noturnos. É em festas dos núcleos Mamba Negra, Capslock, Sangra Muta, Düsk, ODD, Vampire Haus, OBRA e Coletivo Äpex, entre outros, que o techno segue em seu processo contínuo de metamorfose, embalando corpos em um movimento não apenas físico, mas político. O techno abraça amplamente, por exemplo, o público ligado à causa LGBTQ+, com iniciativas como a entrada gratuita para transexuais. Paula Rebellato, de 29 anos, da banda brasileira de pós-punk Rakta, passeia pelo universo do punk e do techno, e respira nos dois o mesmo oxigênio contestador. “[Ambos] me deram uma força absurda para lidar com as problemáticas da adolescência”, conta. Para o produtor curitibano Gustavo Paim, de 27 anos, na música o punk e o techno se encontram na capacidade de “fazer o som avançar”. “É algo voltado para frente, para o futuro, contra as fórmulas”, afirma. O Punk é o novo Techno © Ivi Maiga Bugrimenko Para mim, o techno foi a continuação do punk nos anos 1990”, diz o DJ e produtor Renato Cohen, de 43 anos, consagrado por suas produções de techno e figura ativa na cena underground. Ele ressalta a veia do “faça você mesmo” nesses universos. “[É] viver às margens do sistema, sem ignorá-lo, e com a intenção de mudá-lo, de incluir todos e de fazer o que é o certo. E os dois tipos de música têm estruturas muito simples, com possibilidades quase infinitas e muito democráticas.” Cohen tocou na banda punk Disk Putas antes de se tornar mundialmente conhecido por suas produções eletrônicas. Em São Paulo, as festas de techno e música eletrônica experimental florescem fora do grande mercado. Produtores se unem para dar vida a tais eventos, em boa parte do tempo sem muitos incentivos financeiros. É aí que nasce um lugar de caráter inclusivo, plural e acolhedor. “Festas como Mamba Negra, Festa Temporária e Metanol estão revolucionando o convívio na cidade”, acredita Carlos Issa, 46 anos, nome por trás do projeto musical Objeto Amarelo. “É um ambiente absurdamente inclusivo, uma aceleração do punk anarco original. Não estão resgatando o punk, nem algum tipo de comunidade ideal perdida no tempo e na história, mas têm, sim, um objetivo em comum com o punk. Essas festas estão inventando mundos novos, modos de compartilhar tempo e espaço que levam em consideração as novas diferenças e os novos outros. A cena experimental e a cena eletrônica estão dialogando e criando um ambiente de insurreição radical em São Paulo. Radical no sentido sonoro, porque inclui todos os sons do mundo, e radical no convívio – inclui todos os corpos do mundo.” Techno é o Novo Punk © Ivi Maiga Bugrimenko Não é fácil pintar com palavras a revolução a que Carlos Issa se refere, mas as imagens que ilustram este texto, clicadas pela fotógrafa Ivi Maiga Bugrimenko em festas de diferentes núcleos ao longo de 2018, dão uma amostra desse universo plural, no qual “todos os sons” e “todos os corpos” convivem de maneira criativa e, acima de tudo, livre. A Undercity, evento que acontece no Trevo Urban Parking em Aracaju no dia 11 de Junho, tem a intenção de reunir diferentes vertentes e direções da cena eletrônica mundial, desde o som das pistas até as linhas mais experimentais. Serão festa de 8 horas conta com DJs e produtores em destaque. Estão no line-up nomes quentes do techno e do house, como Bumpz, Dandara, Disfalq, jjsojj, Netx e Yoh.

  • Lugar de mulher é onde ela quiser, inclusive na CDJ:

    Saiba como é a presença feminina no cenário eletrônico sergipano e os desafios para mulheres que decidiram seguir a arte de discotecar. Follow: @p4produções Matéria: Marina Valois // @_nivadj Mateus Ceuta // @ceuta_ Não é novidade para ninguém que a presença feminina é cada vez mais constante nos palcos dos grandes festivais em todo o mundo. “As minas” têm dominado a cena e hoje já podemos citar algumas referências nacionais e internacionais, como Anna e Charlotte de White respectivamente. Nomes como estes vêm inspirando jovens garotas a se jogarem de cabeça neste incrível mundo da música eletrônica. Mas quais são os desafios enfrentados por essas mulheres dentro do cenário eletrônico? Para responder essa e outras perguntas, a P4 convidou as DJs sergipanas Anny B e Arabrab para um bate papo super especial no dia internacional da Mulher. Primeiro, entrevistamos Bárbara Alves aka Djane Arabrab, considerada uma grande incentivadora feminina para a cena local, que sabendo da sua importância e representatividade encoraja várias mulheres a seguirem o seu caminho. Confira a seguir. Quando foi seu primeiro contato com a música eletrônica em Sergipe? Foi na E-motrixx, festa que aconteceu em 2008, logo fiquei encantada com o ambiente acolhedor que a festa eletrônica proporciona e além disso foi meu primeiro contato com o psytrance, foi amor à primeira vista. Qual sua maior dificuldade enfrentada como mulher e djane? Inicialmente, a desmotivação. Sempre pedi muita ajuda às pessoas que já estavam na cena, mas nem todos queriam me ajudar. Ou seja, tive que me virar sozinha. Ademais, a questão dos produtores, que muitas vezes não dão chance de mostrar o meu trabalho e apenas mostram interesse por segundas intenções. Quais perspectivas para o futuro do cenário local? Eu tenho confiança de que o cenário feminino na cena eletrônica local vai aumentar, inclusive estou aberta para ajudar. As cenas estão se juntando e isso é muito importante para o cenário local. Muitos artistas locais estão voando, com muito estudo e aperfeiçoamento. Também entrevistamos Anny B, considerada pela House Mag a Protagonista Regional do Nordeste na cena eletrônica, a atual TOP 50 do Brasil pela DJane Mag, integrante do BRMC TEAM - Brazil Music Conference. Estes e outros atributos a tornam uma grande referência feminina para o cenário nordestino. Confira a seguir. Quando foi seu primeiro contato com a música eletrônica em Sergipe? Há 15 anos atrás, na festa rave chamada E-motrixx, onde tocava psytrance. Comecei a frequentar as festas com 18 anos e logo me identifiquei, lembro que eu praticava ginástica rítmica ao som de músicas sem vocal apenas com batidas, então quando tive o primeiro contato com a música eletrônica acabou rolando um “match” de primeira. Qual sua maior dificuldade enfrentada como mulher e djane? A dupla jornada! Eu sou mãe, DJ, dona de casa, redatora e estou entrando no ramo de produção musical. Vale ressaltar que a mulher tem uma cobrança maior da sociedade, seja como mãe, seja como mulher. Além disso, a profissão de DJ foge um pouco do tradicional, o que acaba se tornando mais difícil, pois as pessoas acabam não respeitando a rotina em casa (por pensar que tá em casa pode fazer mais de uma tarefa ao mesmo tempo). Quais perspectivas para o futuro do cenário local? Temos grande potencial pois a cena sergipana tem vários artistas que levam a sério e respeitam a profissão, porém ficamos para trás muitas vezes por erros de DJs amadores. Existe muita qualidade nos DJs locais, contudo o que falta é respeito à profissão, tanto por parte dos próprios DJs quanto dos produtores e do público. Como observamos ao logo da matéria, apesar da presença feminina está chegando forte no cenário local, ainda há um longo caminho a ser percorrido contra alguns preconceitos. Muitas vezes mascarados pelas cobranças excessivas para provar seus conhecimentos, além da grande quantidade de comentários duvidosos sobre o talento destas. É importante destacar a força e a representatividade feminina. Olhar para o palco e ver que tem uma mulher atrás da cdj traz a sensação de que você, mulher, pode sim estar ali também. Para dar continuidade e fortalecer a presença feminina, é preciso seguir lutando e dando suporte às “mina”. Apoie a causa com ações efetivas! Escute, assista, enalteça, apoie e compartilhe trabalhos feitos por djanes. A sociedade agradece. “A igualdade é uma necessidade vital da alma humana. Deve-se dar a mesma quantidade de respeito e atenção a todo ser humano, porque respeito não tem grau”. (Simone Weil) Saiba mais sobre as djanes: @dj.anny.b // @djarabrab

  • CHICAGO: Mysterious Night 2022 desembarca em Aracaju no mês de março

    Follow @p4producoes Matéria: Guilherme Fonseca // @listengibby Intrigante, sedutora e sofisticada, sejam bem vindos à Chicago. Uma line-up impecável e repleta de nomes influentes do Progressive House e Techno, irá estrear o cenário de música eletrônica no espaço Sobre as Ondas, que será palco do evento. Dia 18 de março criaremos um ambiente novo e convidamos você para explorar os mistérios de Chicago. ▇ ▅ █ ▅ ▇ ▅ ▃ ▅ ▅ ▅ ▇ LINE-UP Morttagua Eduardo Drumn JJSOJJ D.Conection Oiro Niva ▇ ▅ █ ▅ ▇ ▅ ▃ ▅ ▅ ▅ ▇ ♦Tickets 4º lote: > R$85,00 ▇ ▅ █ ▅ ▇ ▅ ▃ ▅ ▅ ▅ ▇ ♦PONTOS DE VENDA: > Hotel Beira Mar > Pix (Direct Instagram) > http://www.p4producoes.com/tickets > COMISSÁRIOS OFICIAIS ▇ ▅ █ ▅ ▇ ▅ ▃ ▅ ▅ ▅ ▇ ♦ LOCAL - SOBRE AS ONDAS (Orla de Atalaia)

  • Tundra acontece pela primeira vez em Balsas-Ma

    Organização garante 8h de música com DJs de peso. O evento acontece sábado 23 de Julho, às 22h, no Sakura Eventos. Dj Padox uma das atrações da Tundra Com a promessa de ser um dos mais icônicos eventos de música eletrônica, Tundra será realizado no sábado 23 de Julho, no Sakura Eventos, em Balsas. De acordo com a organização, a expectativa é animadora, tendo o primeiro lote esgotado em menos de 24h após o seu lançamento. O festival tem o propósito de mexer com a imaginação do público, misturando música eletrônica, arte e entretenimento. “A festa se destaca pela capacidade de inovar e de mexer com o imaginário do público”, ressaltam. Na sua edição de estréia tem o seu Conceptual Branding assinado pela P4 Network, selo responsável por eventos em todo brasil. Na sua edição de estréia é tem o seu Conceptual Branding assinado pela P4 Network. Música eletrônica Estão programadas 8 horas de shows ininterruptos, com apresentação de 5 DJs de peso. Estão confirmados nomes como DJs Padox, Viktor, Italoh e Rhowdzz b2b Matevs. Clique no Link para tickets ou mais Informações. Leia também: A cena Indie Dance do Brasil: Descubra os artistas que estão levando o gênero para novos patamares

  • CONHEÇA "NYMPHOMANIAC" A FAIXA DO ANDRÉ GAZOLLA EM COLLAB COM HOW TO LOOT BRAZIL

    Mais forte do que nunca, André Gazolla debutou na G-Spot com os vocais da banda alemã How To Loot Brazil em "Nymphomaniac". O single conta com influência sonora do Tech House, um forte vocal como elemento principal e uma melodia cativante. O DJ e produtor acredita que cada um sente a música de um jeito diferente, mas, se fosse pra definir, ele a enxerga como trilha para as mulheres mais jovens em sua época mais livre, dançando, se rebelando, sem se preocupar muito com o que os outros pensam. Com essa energia, já dá pra saber que é uma sonzeira! Trazendo como referência para dentro do estúdio tudo aquilo que vivencia, lugares que frequenta, pessoas que conhece, natureza que visita e o que observa em seu cotidiano, André Gazolla apresenta em "Nymphomaniac" uma forte pegada de Tech House e House, com o vocal marcante de How To Loot Brazil como elemento principal, além de muito groove e percussão. "A ideia foi fazer um som pista sem apelar e sem break agressivo. O intuito foi destacar o vocal acima de qualquer outro elemento, com o groove acompanhando. Foram questão de horas pra estar pronta. Produzir essa foi simples e divertido", descreve. Para 2022, podemos esperar de Gazolla uma nova roupagem como artista e em sua linha de som. O DJ decidiu, durante o período pandêmico, não forçar muito seu lado artístico a seguir tendências do mercado para sobreviver disso, e sim fazer com amor e deixar fluir, tentando dar sempre 100% de si nas produções e apresentações. "Música é sentimento, gosto de trabalhar de uma forma que minha criatividade esteja fluindo fácil e rápido, então só faço música quando tenho vontade e quando isso acontece é um processo divertido, eu consigo finalizar a música em algumas horas, não gosto de deixar a ideia de um dia para o outro", compartilha. O produtor deixa seu nome registrado na cena desde 2009, tendo em sua bagagem apresentações em palcos como Rock In Rioe Northern Nights, além de apresentações nos mais diversos spots musicais do globo, como Estados Unidos, México, Moçambique, Guatemala, Costa Rica e os suportes de nomes relevantes como Laurent Garnier, Nicole Moudaber, Sidney Charles, Richy Ahmed, Paco Osuna, Hot Since 82, dOp, Paul C & Paolo Martino, Huxley e Luigi Rocca. Pronto para o que André Gazolla guardou para este ano? Ouça já "Nymphomaniac", pela G-Spot Records, disponível nas principais plataformas digitais.

  • MUSIC ON FESTIVAL 2022

    Matéria: Paulo XSavier (@xsavierofficial) Após dois anos sem nenhuma edição em virtude da pandemia do Covid-19, o MUSIC ON FESTIVAL 2022 ocorreu com sucesso e já está deixando todos ansiosos para as próximas edições! O MUSIC ON FESTIVAL com sede em Amsterdã na Capital da Holanda, tornou-se sucesso praticamente da noite para o dia, desde a sua primeira edição em 2017. O festival une apaixonados e consumidores assíduos pela música techno de qualidade. O evento aconteceu durante os dias 7 e 8 de maio desse ano no maravilhoso Havenpark e a sua LINE Up estava recheada de lendas e debutantes desse gênero musical tão apreciado. Nomes bem conhecidos como Archie Hamilton, Danny Tenaglia, Hot Since 82, Hector Couto, Jamie Jones, Loco Dice, Paco Osuna, Solardo, WAFF e Marco Carola, atraíram o público que também saiu bem satisfeito com apresentações icônicas como a do britânico Richy Ahmed e de Archie Hamilton que despojaram toda a "minimaleira brava" na pista que respondeu ensandecida! Paco Osuna, que dispensou o set up tradicional da festa, veio alado de um Mixer Model 1, uma disparadora de efeitos da Xone seu MacBook. Sua apresentação agradou e muito a multidão, que ali se acotovelava pra aproveitar ao máximo sua performance repleta de muitos samples e vocais dispersos, dando um swing ritmado a pista. Fechando a edição de 2022 na conhecida Veneza do Norte, Marco Carola decepcionou bastante a pista que aguardava um som mais pujante pra fechar com chave de ouro o festival o qual encabeça. Mas o aclamado "boneco de cera" considerado pela crítica um dos embaixadores do techno global, dessa vez deixou a desejar bastante no seu set, o que causou muitos comentários nas redes sociais. O festival que hoje é uma grande festa itinerante segue com destino a Pacha em Ibiza, onde irá acontecer no dia 7 de julho desse mesmo ano. Pra saber mais sobre a festa assim como agenda das datas, siga @musiconofficial no Instagram ou acesse o site www.musiconfestival.nl. Os vídeos sets estão disponíveis no YouTube e os sets podem ser encontrados nas plataformas musicais. Espero que tenham gostado da matéria e em breve tem mais notícias do que está rolando na cena underground mundial.

  • 10 artistas brasileiros de Melodic Techno para você ficar de olho

    São nomes da nova geração que vem se destacando para você colocar no radar Por Maria Angélica Parmigiani (texto original: Techno Perfect) Desde que entendemos a música como ela é, a melodia é um item primordial de sua síntese. Ritmo, melodia e harmonia, mais especificamente, formam a tríade ideal para transformar uma soma de fatores que, codificados, transmutam-se em música. Um mistério e um privilégio unicamente humano, ao que tudo indica. Não era de esperar que, em algum momento, esse item ganharia força até mesmo em movimentos mais lineares como o Techno. Mas não se enganem, o Techno Melódico não é algo inédito, há quem diga que aparecia de forma sucinta nas oscilações do Trance, outros dizem que no House Progressivo dava pra encontrar um pouco de Techno Melódico, e até nos sets cabeçudos de Techno, vez ou outra, algum arpejo poderia aparecer para vislumbrar um pouco de emoção em meio ao “direto e reto”, vai saber… O que aconteceu é que a casa foi melhor organizada, mercadologicamente falando. Organizada porque em um mundo que a cada dois dias gera um volume de dados equivalente ao que criamos do início da civilização até 2003, fica difícil acompanhar tudo que surge, então categorizar é uma estratégia necessária. E como o Melodic Techno é um fenômeno sem precedentes para a Dance Music global, nada mais justo que a gente unir o útil ao agradável e gerar uma lista de alguns artistas para ajudar seu cpu mental a armazenar alguns novos dados. Achou viagem demais? Ok, delete tudo o que leu e apenas confira 10 nomes da nova geração do Melodic Techno para ficar de olho! CRUXZ Juan Cruz, artisticamente conhecido como CRUXZ, faz parte da nova safra de produtores e DJs no mundo da música eletrônica. Baseado em São Paulo, Brasil, Juan começou a obter uma posição segura no cenário underground nacional, obtendo suporte e bons feedbacks de grandes artistas como Tale of Us, Kevin de Vries, Øostil, Binaryh, Blancah, Coeus, entre outros. Com vinte e poucos anos e produzindo intuitivamente desde seus 14 anos, o jovem artista argentino já lançou por selos como Uxoa Dutxa, Transensations Records, Steyoyoke, Sequence Music, Running Clouds, HIATO, entre outros. Copini Saudando o Sul do Brasil, Pedro Copini é um produtor de Melodic Techno de 24 anos. Seus sons são muito emotivos e profundos, buscando despertar os sentimentos mais abstratos na forma de melodias. Copini é atualmente um dos produtores brasileiros mais vendidos no Beatport (Melodic Techno). Emoção, profundidade e energia são palavras que definitivamente definem suas apresentações. Com lançamentos em selos como Hotstage, Prisma Techno, Cold Harbour Black, Prototype e Fluxo. Empire Of Mind Projeto musical formado pelo DJ e produtor Lukas Azevedo, um dos artistas em destaque do Melodic Techno de Brasília, que busca incansavelmente a cura emocional através da música eletrônica. A busca do jovem produtor pelo sucesso está em seu som melódico com emoções melancólicas profundamente comoventes e alta qualidade inventiva. Suas faixas têm uma habilidade impressionante de alimentar tanto as pistas de dança quanto as partes mais internas de seus ouvintes. É por essas mesmas razões que muitos artistas renomados tocam e endossam suas músicas. Autoridades de música eletrônica como Tale Of Us, MRAK, Fideles, Blancah, Massano e Wurtz já deram suporte. Innure Formada por Colussi e r4ne, a dupla focada em Techno Melódico tem galgado passos largos desde seu surgimento, em 2019. Além do projeto, eles são labelhead da Prototype Music que tem desempenhado um papel importante no fomento ao estilo aqui no Brasil, trazendo também novos nomes de fora. A dupla de produtores chama atenção de grandes artistas, com faixas remixadas por Blancah e Voices Of Valley, e recentemente tocou no Surreal e no D-Edge. POSYDON Posydon é um jovem DJ e Produtor natural de Fortaleza (CE) que nos traz uma sonoridade mesclada entre Melodic Techno e Progressive House, criando assim canções excêntricas, de uma assinatura única. O jovem preza pelo lançamento de EPs, já tendo lançado pela Nature Collections, Explore Records e Polyptych, agora caminhando para a label Mind Connector, onde lançará o Vita Nova Ep. Ortus (BR) Giovanni Delgado dedicou sua vida aos instrumentos musicais, até que caiu nas graças dos beats eletrônicos. Ele é multi-instrumentista, DJ e produtor musical formado pela Universidade Anhembi Morumbi. Já passou por selos como Kaligo Records, Ballroom Black, Awen Tales, Synthétique e é gestor da sua própria label, a Real Supernova. TCHAKA Um dos expoentes da cena underground atual, o DJ e produtor brasileiro atualmente reside em New Jersey, nos Estados Unidos, e vem se destacando no gênero Melodic House & Techno. Com um som melódico, poderoso e introspectivo, já teve passagens em selos como Running Clouds, Prototype, Mind Connector, Across The Time e Sinedie Records. Acrobatik Projeto musical criado por Lucas Lyra, do interior de São Paulo, formado em produção musical, que possui forte identidade em suas músicas que passeiam entre o Progressive House e o Melodic Techno. Com apenas um ano de projeto, o jovem produtor já conta com lançamentos em selos como Elevation, Fluxo e Prototype. Mizzar De sons mais leves a sons um pouco mais pesados, Mizzar tem como conceito o objetivo explorar nosso subconsciente. O jovem artista carrega consigo uma identidade sonora baseada em melodias e timbres marcantes e nos promete um 2022 cheio de novidades, tanto em sua estética sonora quanto em lançamentos; Mizzar tem buscando sempre se derramar ao máximo sobre suas obras, dando assim uma textura única e exclusiva à cada faixa. O artista tem recebido bons feedbacks de artistas que endossam e baixam suas músicas, como Øostil, Massano e Blancah. Questhe Com referências do Trance e Techno, o jovem produtor brasileiro mescla as duas camadas e cria uma identidade totalmente única de Melodic Techno e Progressivo, traz criatividade surrealista e profunda nas suas obras, deixando-as sempre com uma assinatura emocional e obscura, onde procura descrever todos os seus sentimentos mais profundos em melodias melancólicas e imersivas. Localizado no nordeste do país, o jovem produtor já deixou sua marca por selos como Sinedie Records, Concept Records e The Acid Mind. Com poucos lançamentos, já vem se destacando por suas produções e chamando bastante atenção. JJSOJJ (artista bônus) O Dj e Produtor Brasileiro Juarez Júnior, leva ao público um som ousado, sem fugir das suas paixões, criando paisagens sonoras através de linhas do Techno e Progressive House, já foi Headline na festa Frenzy na Lendária Boate Avalon em Hollywood-CA. Fundador de selos como La Pineal, Chicago, Undercity e P4 Network traz a experiência mais de uma década no mercado da música eletrônica para a pista e para seus lançamentos, em seu ultimo lançamento Time Walk, pela gravadora russa Uncles Record recebeu suporte de artistas europeus como Josu Freire, Nopopstar, Indie Elephant e Yami

  • O mais clássico club de Aracaju vai fechar

    créditos: fgm É quase impossível falar da noite Aracajuana sem falar do Talhado. Hoje em dia, há festas de pequeno porte por todos os cantos de Aracaju. Foi ali que quase tudo começou, antes com o nome de One Lounge. São lendárias as suas noites de música que duravam até de manhã, ao som de alguns dos melhores DJs Aracajuanos. Aliás, muitos deles fizeram ali a sua casa e escola, além das noites com djs nacionais e internacionais reconhecidos mesmo até por qualquer leigo em música eletrônica. créditos: fgm Uma década depois, mais precisamente 11 verões, a história desta casa parece chegar ao fim. Pelo menos por agora. Mas, tratando-se do Talhado, é claro que a despedida não terá qualquer tristeza. Muito pelo contrário: haverá uma agenda especial de encerramento no último dia, durante quase todo o dia também. Até porque todos sabem que os dias no Talhado não têm horas. Fotos da pista de dança do Talhado entre 2012 e 2022 A vontade em terminar em grande Estilo é tanta que irão retornar Labels Clássicas como "Bass", "Inelegant", "JJ All night Long" e o lançamento de um evento com uma marca nova chamada "Tabú", além de uma série de festas de encerramento dos produtores parceiros da casa e, por fim, a grande "Festa de Encerramento do Talhado". Tudo isso no mês de agosto. créditos: fgm (foto institucional da Chicago Mysterious Night 2019, feita no salão nobre do Talhado) Em breve Traremos mais notícias >> p4producoes.com

  • Inferninho Baiano desembarca em Aracaju com edição especial, confira!

    Com a crescente cena do techno em Aracaju, o Inferninho estreiará com um lineup excepcional e uma proposta diferente. Foto: @_rafaelphotos Follow : @p4produções Matéria: Marina Valois // @_nivadj Jéssica Araújo // @_eaijess_ O evento ocorrerá dia 23 de julho, trazendo a junção de grandes nomes do techno das duas cenas (Salvador e Aracaju) e, para tornar o cenário do evento ainda mais underground, o local será o Trevo Parking. Para quem não conhece é a garagem de um posto de gasolina desativado onde casará muito bem com o que é proposto pela festa. Fugindo dos padrões e buscando algo novo, o inferninho teve sua estreia em 03.03.2018, em Salvador, com um grande nome da cena: Ricardo Fahrat. A proposta foi fazer o underground ter mais força e ser disseminado em terras baianas. De lá pra cá, foram 20 edições e apresentações sensacionais com nomes relevantes do underground nacional e internacional como: Blancah, Murphy, L _cio, Alex Stein e Zac. Diante disso, o Inferninho chega em Aracaju com o mesmo objetivo trazendo um evento voltado para a cena underground aracajuana que vem crescendo cada vez mais. O que esperamos para esse evento? Para responder essa e outras perguntas a P4 convidou dois dos djs que participam da line up, Diego Araújo e Janaína Vasconcelos, para um bate-papo sobre o evento. Primeiro entrevistamos Janaína Vasconcelos, também conhecida como Disfalq,é uma importante representante do movimento underground aracajuano, pois além de fundar a rádio bueiro também deu início ao coletivo de música eletrônica chamado fugácida. Foto: @fgmphoto Confira a seguir. 1)Quais são suas expectativas para o evento ? Estou bastante curiosa, além do fato de ser o primeiro contato com esse evento, e também por  estar voltando para a pista depois de estar parada por 3 anos. Expectativa de conhecer novos sons, novas cenas, novo público. 2) Qual a sensação de tocar em casa mas num evento originalmente baiano? Oportunidade de um intercâmbio só que no conforto de casa, dialogando com uma outra cena e outras produções porém no lugar onde me sinto confortável, além do contato com uma pista diferente composto de uma  mistura de sergipanos e baianos. 3) Deixe um recado para a galera. É muito interessante observar e fazer parte do aumento dessa cena clubber no nordeste, juntos somos mais fortes! Convido vocês a fazer parte desse movimento, então corra e garanta já o seu ingresso, encontro vocês lá. Também entrevistamos Diego Araujo, conhecido por um som caracterizado por ser carregado com groove e elementos psicodélicos, que animam as pistas por onde passa. Já participou de inúmeras edições do Inferninho. Estes e outros atributos o tornam um importante nome do cenário underground baiano. Confira a seguir. 1)Quais são suas expectativas para o evento ? Espero que seja um divisor de águas na cena underground de Aracaju. É muito importante esse movimento, principalmente, realizado com o suporte dessa festa que vem sendo referência há muito tempo em Salvador. 2)Qual a sensação de tocar fora de casa ? Estou bastante empolgado! Sempre tive vontade de tocar em Aracaju, pois é um lugar que eu já conheço, que visitei há muito tempo. E voltar lá pra tocar é uma realização e estou muito feliz em fazer parte! 3)Deixar um recado para a galera. Para os amantes da Sonzeira, o que eu posso dizer, é que vai ser uma nova experiência de sonoridade que vocês vão presenciar. Espero que curtam bastante e estou ansioso para curtir com vocês também! O inferninho chega em Aracaju e promete muita sonzeira e você já garantiu o seu ingresso ? Ainda não ? Clica aqui e garanta já! Mais sobre os djs e o evento : @djdiegoaraujo_ / @disfalq / @inferninhobaiano / @trevoprkg

  • Talhado aposta em evento com temática marroquina no seu mês de despedida

    Uma nova label de música eletrônica no mês de encerramento do Talhado. É essa a proposta do evento programado para ocorrer no dia 20 de agosto, no penúltimo sábado da história do club. Os organizadores prometem uma "experiência mística", com "produção de primeira linha", e muito house e techno, tendo como pano de fundo uma cenografia com temática Marroquina, cheia de tecidos e artefatos. "Tabú é um espetáculo de música, cultura, hedonismo que vai capturar sua alma e levá-lo em uma jornada mística e deslumbrante", disse um porta-voz do evento. "Nosso objetivo é trazer as melhores referências da música eletrônica global e promover a cena local neste ambiente mágico." Os DJs Xsavier, JJsoJJ e Oiro são os destaques da primeira leva de artistas anunciados na line up, que ainda contará com outros talentos locais e regionais. Ingressos antecipados — estão disponíveis por R$25. Tickets aqui.

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