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- GUI2IN remix Mandragora’s ‘Me Gustas’ into a club weapon
Brazilian producer gui2in has officially unveiled his remix of Mandragora’s ‘Me Gustas,’ reshaping the originally organic-leaning record into a tightly engineered, peak-time club weapon. Released on January 28, the remix marks a new chapter in the unexpected connection between the two artists. Where the original ‘ Me Gustas’ carried a more organic pulse, gui2in’s remix introduces a sharper, more synthesized framework. Anchored by a low-slung, elastic bassline, the track trades natural textures for polished low-end pressure and defined rhythmic control. Punchy kicks cut cleanly through the mix while crisp percussive elements create rolling momentum. The result is functional, efficient, and deliberately built for late-night club moments. The remix was not a routine label assignment. It came directly from Mandragora himself a defining global psy-trance figure who has recently gravitated toward groove-heavy minimal and tech house influences. That creative alignment traces back to gui2in’s breakout Black Book Records release, ‘ The Party,’ a record that expanded his international footprint and sparked the initial connection between the two artists. Beyond commissioning the remix, Mandragora extended the collaboration to the stage, inviting gui2in to perform at his Label Party, Le Chat Rouge , at Curitiba’s iconic Club Vibe a clear co-sign that positioned gui2in within Mandragora’s evolving sonic orbit. The remix’s early streaming performance further reinforces its club credibility. The track has secured placements on influential playlists including Tech House Operator and All New Dance, signaling algorithmic and editorial support while introducing gui2in’s sound to a broader global audience. Rather than amplifying psychedelic maximalism, gui2in opts for tension through subtraction prioritizing groove architecture, weight, and synth-driven control over melodic excess. The transition from organic textures to a more synthesized, club-optimized structure mirrors Mandragora’s current artistic evolution while underlining gui2in’s growing authority in the peak-time minimal space. Following the impact of ‘The Party’ on Black Book Records , gui2in has continued to refine a lane that merges high-energy minimal aesthetics with precision-engineered club functionality. With Mandragora’s endorsement, strong playlist momentum, and a remix built for pressure-tested dancefloors, this latest release underscores a broader shift: genre lines softening, scenes intersecting, and Brazilian talent increasingly shaping the global club conversation.
- Aracaju Vive 16h de Festa com Vintage e After Oficial
Por Redação P4 Magazine A contagem regressiva começou. Faltam apenas três dias para Aracaju viver uma das noites mais ambiciosas da sua história eletrônica . O Festival Vintage Culture , que já vinha movimentando conversas, grupos e expectativas, ganha agora sua forma definitiva: além do evento principal no Antigo Mambo Beach , a experiência se estende em um after oficial na praia, em frente ao próprio Mambo , com Bruno Be confirmado como anfitrião da madrugada. É a primeira vez que a cidade recebe uma programação em dois atos, construídos como partes de uma mesma jornada sonora. O resultado soma dezesseis horas de música , uma travessia que começa no pôr do sol e só termina quando o sol já tiver voltado ao céu. A travessia sonora: 16h de pista O evento principal acontece no Antigo Mambo Beach , das 17h às 1h , totalizando 9 horas de festa em um dos cenários mais emblemáticos da praia sergipana . Logo depois, praticamente sem fôlego entre um momento e outro, tem início o after oficial na praia, em frente ao evento principal , das 00h às 8h , entregando mais 7 horas de pista para quem não aceita fim precoce do rolê. Essa sobreposição intencional cria uma ponte entre dois mundos: o sunset do Mambo e a madrugada na praia , em um fluxo contínuo pensado para quem vive a cultura club como ritual . Para o palco principal, estão confirmados: • Vintage Culture • Doozie • Bruno Be • Anny B • Derik Wdson Já no after oficial , que acontece na praia em frente ao Mambo , estão confirmados: • Bruno Be • JJsoJJ • Evan Holfe • Afrodite • LCavok Aracaju em modo expansão Há algo simbólico no que está prestes a acontecer. Não é apenas mais uma data na agenda de festas do verão. É uma afirmação cultural . Um statement de que Aracaju já não se contenta em assistir de longe o que acontece nos grandes polos da música eletrônica brasileira . A cidade quer protagonizar, criar suas próprias narrativas e provocar seus próprios movimentos. O combo Festival + After na praia apresenta exatamente isso: um único território, diferentes atmosferas e uma jornada contínua que amplia o que significa viver o clubbing na capital sergipana. O dia 20 promete não ser só memória. Promete ser referência. E talvez, quando a última track ressoar às oito da manhã , tenhamos a sensação clara de que Aracaju finalmente entrou no mapa de forma definitiva . Informações do Evento Data: Sábado, 20 de dezembro de 2025 Local: Mambo Beach Sunset – Aracaju, Sergipe Ingressos – Festival: https://duoticket.com.br/evento/5892 Ingressos – After Oficial: https://duoticket.com.br/evento/6445/After-Oficial-Vintage-Culture-Aracaju Instagram Oficial: @vintageaju
- Do Brasil para a Austrália: o momento de Navarro
A chegada de Navarro à Gold Coast não tinha roteiro artístico. Era para ser um período de trabalho, estabilidade financeira e um recomeço distante das pistas brasileiras. Mas a cena eletrônica local, pulsante e aberta a novas estéticas, acabou fazendo o movimento contrário: puxou Navarro de volta para a cabine. Em poucos meses, o artista encontrou um ecossistema onde sua identidade sonora faz sentido. Minimal, deep tech e variações do tech house têm ocupado cada vez mais espaço nos clubes da região, o que facilitou sua integração. “Não vim com o objetivo de seguir carreira aqui, mas cada passo virou oportunidade. Foi natural” , explica. O resultado foi rápido. Em apenas quatro meses, Navarro tocou em alguns dos eventos mais relevantes da Gold Coast e ampliou seu network com nomes importantes da cena australiana. Gigs diurnas, eventos conceito e clubes de alto fluxo abriram portas que normalmente exigem anos de inserção. “Meu nome cresce rápido, talvez mais do que eu esperava. O público aqui entende meu som.” Entre as conquistas recentes, Navarro integrou o lineup oficial do evento de Gordo, realizado no Miami Marketta no dia 16 de novembro. A ocasião reuniu artistas da cena australiana e reforçou sua presença no circuito profissional da cidade. Para Navarro, a participação foi mais um sinal de que sua trajetória está ganhando tração no país. Além da vida noturna, outro movimento ganhou destaque nesta nova fase: sua entrada nas tradicionais bush parties, eventos realizados em áreas de mata ou regiões isoladas que fazem parte da cultura eletrônica australiana. Foi nesse contexto que Navarro lançou o projeto Duna, focado em house e em atmosferas alinhadas ao ambiente natural, criando uma identidade própria dentro desse formato. “O Duna nasceu quase como uma memória que voltou. Já tinha experimentado algo parecido no passado, mas aqui ganhou outra dimensão. É música com a floresta, não apenas na floresta. O público recebe muito bem e isso me deu motivação para desenvolver o conceito” , comenta. O impacto foi imediato. A proposta encontrou espaço e abriu novos caminhos, fortalecendo conexões com coletivos independentes e ampliando sua presença no underground australiano. Para Navarro, essas experiências têm sido fundamentais não apenas para tocar, mas para construir relações e entender a dinâmica da cena local. Sua trajetória na Gold Coast revela uma combinação de consistência, adaptação cultural e leitura precisa do público. O que começou como uma mudança de vida se transformou em uma expansão profissional inesperada. No fim, o recado é claro: para Navarro, a Austrália deixou de ser destino e virou território.
- De Mar del Plata para o mundo: o som de Dub.format
De Mar del Plata para as pistas do mundo, Lucas Cerisola, mais conhecido como Dub.format, é um nome que vem se firmando como um dos grandes embaixadores do som melódico contemporâneo na cena eletrônica da América do Sul. Com apenas 18 anos, ele mergulhou de cabeça na produção musical, guiado por uma sensibilidade apurada para melodias imersivas e uma assinatura sonora que equilibra profundidade emocional e pulsação de pista. Mas não se engane: por trás das atmosferas densas e arranjos elegantes, existe também a robustez do tech house e a estrutura sólida do house, gêneros que ele domina com consistência e personalidade. Mute Club: o começo de uma residência lendária Em 2020, sua carreira ganhou um novo fôlego com a estreia no Mute Club, icônico clube à beira-mar em Mar del Plata, conhecido por suas festas grandiosas e line-ups de peso internacional. Desde então, Dub.format não apenas se tornou residente da casa, mas também uma das figuras centrais da nova geração de artistas argentinos que estão exportando o som do sul do continente para o mundo. “ Na pista do Mute, percebi que era possível construir não só sets, mas experiências”, diz o artista. “É um lugar onde a conexão com o público transforma a música em algo quase espiritual. ” Ao lado dos gigantes A trajetória de Dub.format já o colocou lado a lado com nomes que moldaram a história recente da música eletrônica: Tale of Us, John Digweed, Nick Warren, Guy Gerber, Miss Monique, Kevin de Vries, H.O.S.H, entre outros. E essa curadoria espontânea da vida não acontece por acaso. Há algo na forma como ele conduz um set, um tipo de construção narrativa, paciente e precisa, que o alinha naturalmente a esses nomes. Reconhecimento internacional e suporte de peso Com lançamentos em selos renomados como Sudbeat, Time Has Changed (França), The Purr (Sérvia), Particles (EUA) e a consagrada Balkan Connection, Dub.format vem recebendo apoio constante de gigantes da cena como Solomun, Steve Lawler, Hot Since 82, Armen Miran e Jelly For The Babies. Seus trabalhos ressoam não apenas pelo refinamento técnico, mas pela capacidade de emocionar e mover pistas em igual medida. Entre o íntimo e o coletivo O som de Dub.format não é feito para impressionar com fogos de artifício. É uma jornada que começa sutil, cresce como uma onda e envolve o público em uma espiral de camadas melódicas, texturas introspectivas e batidas que falam tanto ao corpo quanto à alma. “ Gosto de pensar que a música que eu faço é um convite à presença. Um espaço onde cada pessoa pode se perder e talvez se encontrar de novo .” Um nome para prestar atenção Enquanto a cena eletrônica se fragmenta e se reconstrói em novas linguagens, artistas como dub.format mostram que ainda há espaço para a emoção, para o detalhe e para a construção de uma identidade sonora com propósito. Ele representa uma geração que não está aqui apenas para tocar, mas para marcar. Se o futuro da música eletrônica está nas mãos de quem consegue unir técnica, visão e sentimento, é seguro dizer: Dub.format está exatamente onde deveria estar. Fonte: P4 Magazine
- Aracaju no mapa: o que o Festival Vintage Culture revela sobre o momento da cena eletrônica no Nordeste
Por Redação P4 Magazine No dia 20 de dezembro de 2025, Aracaju, cidade litorânea do Nordeste brasileiro, se transformará em um ponto de convergência para uma nova narrativa: a da consolidação cultural da música eletrônica fora dos grandes eixos. Mais do que um show, o Festival Vintage Culture marca uma mudança de clima, estética, territorial e simbólica. O evento acontecerá no Mambo Beach Sunset , um espaço à beira-mar que promete somar à experiência a atmosfera natural de uma Aracaju solar e expansiva. Não é só sobre Vintage Claro, o nome que puxa a fila é ele: Vintage Culture. Artista cuja trajetória se confunde com a própria expansão do house brasileiro no mundo, Lukas Ruiz hoje representa uma das forças mais bem-sucedidas da globalização sonora do país. Mas em Aracaju, a equação ganha um novo peso. Não se trata só de uma turnê aterrissando no Nordeste. Trata-se da criação de um ecossistema temporário. Palco monumental, estrutura de festival, venda via plataforma especializada, identidade visual coesa e uma estratégia de comunicação que borra as fronteiras entre mainstream e cultura de comunidade. Tudo isso em uma capital historicamente afastada dos grandes circuitos. “A sensação é de que a cidade foi convidada para entrar em uma conversa que sempre pareceu restrita a outros sotaques.” Tempo longo, narrativa lenta Com duração anunciada de nove horas ininterruptas de música, o festival aposta em uma das qualidades mais raras da vida contemporânea: a imersão. Em tempos de reels e clipes de 15 segundos, aqui a proposta é o contrário. A ideia é construir uma linha do tempo na pista. Do aquecimento ao ápice, do coletivo ao individual, do pulso ao silêncio. Esse formato permite que o artista conte uma história. E, mais ainda, que o público se perceba como parte dela. Não há espaço para distração. Há espaço para entrega. Aracaju entra na dança Se o festival cumprir o que promete, e os indícios são positivos, Aracaju pode sair deste dezembro com um novo papel na cartografia da música eletrônica nacional. Um papel menos periférico e mais propositivo. Menos cidade que recebe e mais cidade que provoca. Porque no fim das contas, talvez o que se escreva na pista de dança não seja apenas memória, mas futuro. E Aracaju, desta vez, não está só assistindo. Está remixando o jogo. Informações do evento Data: Sábado, 20 de dezembro de 2025 Local: Mambo Beach Sunset – Aracaju, Sergipe Ingressos: duoticket.com.br/evento/5892 Instagram oficial: @vintageaju
- Carl Cox Reativa Sua Gravadora Intec Digital Após Hiato de 5 Anos
O icônico selo de techno retorna com um novo EP e a promessa de mais lançamentos. Após um hiato de cinco anos, a lendária gravadora de techno de Carl Cox, a Intec Digital, está de volta. A notícia, celebrada por fãs e artistas da cena eletrônica, marca o retorno de um dos selos mais influentes do gênero, que esteve em silêncio desde 2020. Fundada originalmente em 1998, a Intec Records foi um pilar para o techno, lançando faixas de gigantes como Richie Hawtin e Pete Tong. Em 2010, a gravadora foi relançada como Intec Digital, continuando seu legado. Agora, a reestreia acontece com o lançamento do EP 'Chasing Ghosts', uma colaboração entre Carlo Lio e M.I.T.A., que promete trazer a energia contagiante e funkeada característica do selo. O retorno da Intec Digital não é apenas um brinde à nostalgia, mas um sinal de renovação e um novo capítulo para a cultura de pista. Para a comunidade da música eletrônica, a volta da gravadora significa mais hinos para a pista de dança e a continuidade de um legado que moldou o techno por décadas. Fonte: EDM House Network
- Techno de Berlim recebe status de Patrimônio Cultural da UNESCO
O techno de Berlim foi adicionado à lista de Patrimônio Cultural da UNESCO. Anunciado em 13 de março, o techno foi uma das seis adições à lista, ao lado de outras tradições alemãs. A UNESCO afirmou que o techno 'moldou grande parte da cidade de Berlim desde meados da década de 1980'. A organização sem fins lucrativos Rave The Planet passou os últimos anos em campanha para que a cena techno da cidade fosse adicionada à lista. 'Parabéns a todos os criadores culturais que moldaram e contribuíram para a cultura techno de Berlim', disse a organização em um comunicado. A Comissão de Clubes de Berlim descreveu o feito como 'outro marco para os produtores de techno, artistas, operadores de clubes e organizadores de eventos da cidade'. Esta é uma grande vitória para a cultura clubbing e para a comunidade da música eletrônica, que vê o seu valor cultural e social reconhecido a nível mundial. Fonte: Resident Advisor
- Katie Knight lança 6ª temporada do podcast ‘Can U Put Me On Guestlist?’
A especialista em dance music, Katie Knight, acaba de lançar a sexta temporada de seu popular podcast, Can U Put Me On Guestlist?. Conhecida por sua presença dinâmica e vasta experiência na indústria da música eletrônica, Katie tornou-se um rosto conhecido na cena, apresentando vários programas de TV para Drumcode, DJ Mag, Tribes TV e Ibiza Spotlight. O podcast, que começou em 2019, rapidamente se tornou um dos mais ouvidos no Reino Unido, Espanha, Alemanha e Dubai, oferecendo conversas descontraídas com figuras influentes da cena da música eletrônica. A nova temporada promete uma variedade de convidados empolgantes, incluindo Will Clarke, Meg Ward, Demi Riquisimo, Cristina Lazic, Fleur Shore, Joseph Capriati e Franky Wah. O charme natural de Katie e sua capacidade de se conectar com seus convidados, juntamente com seu profundo conhecimento da cena musical, tornam o Can U Put Me On Guestlist? uma audição obrigatória para qualquer pessoa interessada no mundo da música eletrônica. A nova temporada já está disponível no Spotify e no YouTube. Fonte: Mixmag Caribbean
- Mercado de música eletrônica deve dobrar para US$ 24,5 bilhões até 2032
O mercado global de música eletrônica está prestes a explodir, com projeções indicando que seu valor dobrará para US$ 24,5 bilhões até 2032. Atualmente avaliado em cerca de US$ 12 bilhões, o setor deve crescer a uma taxa anual de 9,31%, superando com folga o crescimento geral da indústria musical. Este crescimento é impulsionado por uma combinação de fatores. As plataformas de streaming como Spotify e SoundCloud tornaram a música eletrônica mais acessível do que nunca, enquanto grandes festivais como Tomorrowland e Ultra Music Festival continuam a ser uma força econômica massiva. Além disso, a tecnologia de produção musical está mais barata e fácil de usar, permitindo que uma nova onda de artistas surja. A América do Norte lidera o mercado, mas a Europa segue de perto. O house é o gênero mais popular, valendo impressionantes US$ 3,5 bilhões, seguido pelo techno. Essa expansão não se limita apenas à música. A cultura club, os festivais e a comunidade de fãs são o coração pulsante dessa indústria. O futuro da música eletrônica é brilhante, e todos nós fazemos parte dessa batida. Fonte: Mixmag.net
- LatAmTronica: Uma Viagem Interativa Pela História da Música Eletrônica Latina
Uma nova exposição interativa que narra a história da música eletrônica latino-americana foi lançada. Batizada de LatAmTronica, a iniciativa foi idealizada pela equipe da gravadora argentina ZZK Records e estreou recentemente no MUTEK Montréal. Reunindo documentários, áudio, videoclipes e outros materiais de arquivo, a exposição busca 'unir, decodificar e revelar as histórias em torno da produção de música eletrônica na América Latina'. Artistas como Nicola Cruz, Bitter Babe e Ela Minus estão entre os destaques, representando a diversidade e a riqueza da cena. A noite, a pista de dança e a comunidade são os pilares que sustentam essa manifestação cultural, e a LatAmTronica celebra exatamente essa conexão. Esta é uma oportunidade única para mergulhar nas raízes e na evolução de um movimento que, dos clubes de Buenos Aires aos bairros de Bogotá, tornou-se sinônimo de originalidade e autenticidade. A iniciativa reconhece os pioneiros que abriram caminho e cujas histórias formam uma rica tapeçaria de experiências, agora apresentada em tecnicolor cinematográfico. Fonte: DJ Mag
- DJ Lag e Ape Drums Lançam a Explosiva 'GQTECH'
O pioneiro do Gqom, DJ Lag, une forças com Ape Drums do Major Lazer em uma nova faixa, 'GQTECH', que funde o som de Durban com a energia afro-tech. A colaboração resulta em um hino poderoso para as pistas de dança, combinando percussão pulsante, cantos hipnóticos e os sintetizadores característicos de Lag com os ritmos contagiantes de Ape Drums. A faixa já chega elogiada por veículos como Mixmag, DJ Mag e Resident Advisor, consolidando ainda mais o alcance global de DJ Lag. É uma celebração da cultura de pista, unindo continentes em uma batida irresistível que certamente vai ecoar nas noites de todo o mundo. Fonte: DJ Sound
- Charlotte de Witte Anuncia Álbum de Estreia e Celebra 15 Anos de Carreira
Uma jornada sonora que redefine o techno para as pistas de dança. Após quinze anos de uma carreira sólida e 25 EPs que marcaram a cena, a DJ e produtora belga Charlotte de Witte anuncia seu aguardado álbum de estreia, com lançamento previsto para 7 de novembro em seu selo KNTXT. O anúncio chega em um momento de grande expectativa, com os singles 'The Realm' e 'No Division' já aclamados por veículos como Vogue, BBC 6 Music, Resident Advisor, DJ Mag e Mixmag. Este álbum é um trabalho profundamente pessoal, mas, como a própria artista afirma, foi pensado para DJs e para a pista. 'Sou uma club kid, sempre serei, e cada faixa deste disco me dá vontade de dançar', revela de Witte. A promessa é de um disco que não apenas consolida sua identidade sonora, mas que também celebra a cultura do club e a comunidade que a inspira. Fonte: Tenampa











