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- Entrevista exclusiva com André Gazolla
André Gazolla é um DJ para públicos exigentes, referência no cenário underground, pelo seu estilo próprio, André possui 10 anos de carreira, tocando nos maiores palcos e festivais do Brasil. Não poderia ser diferente, fugimos do "padrão" de entrevistas, ele falou conosco, "sem cortes", de forma espontânea, sobre sua tour, cenário atual, gigs e aspectos da sua vida pessoal. Confira: Olá André, primeiramente obrigado por aceitar fazer esse bate-papo. Nesse ano de 2019, você passou por uma tour pelos EUA, como foi a recepção do público com seu som e qual diferença, você enxergou do público americano para o brasileiro? Muito obrigado pelo convite, achei muito legal as perguntas, realmente fugiu do "padrão" de entrevistas. Eu passei por uma tour de dois meses, passei por quatro países e fiquei 1 mês nos EUA, em questão ao público de lá, eu fiquei mais com os brasileiros, e pelo fato de morarem nos EUA, senti que eles tem um pouco o ego inflado, então não acabam sendo tão unidos, por isso a cena de lá acaba sendo mais difícil que no Brasil. Os próprios americanos não gostam tanto de música eletrônica, porque a cultura do Hip-Hop é muito presente e viva. Algumas diferenças que eu reparei dos americanos para os brasileiros é a forma diferente de dançar, cada um dança de um jeito na pista, bem livres, fechando os olho e se entregando inteiramente a música. Outra diferença é a questão de receptividade de um som diferente, os brasileiros se fecham logo e os americanos procuram entender a música. (reprodução:@andregazolla_) Com bastante experiência como DJ e Produtor, emplacou tracks por grande labels e atualmente possui sua gravadora a "Pyramid Waves", como está a indústria da música eletrônica na sua visão? A música eletrônica sempre está em constante evolução, ela está sempre mudando, se a gente não acompanhar, ficaremos para trás e eu falo isso por experiencia própria. Ano passado tentei fazer um negócio muito diferente do que estava rolando, algo muito meu sabe. Acabou que eu fiquei um pouco para trás, eu senti isso...então gente tem que acompanhar o que está acontecendo, e o que está acontecendo é que o underground está pegando muita força aqui no Brasil, o Brazilian Bass deu uma caída, tem gente do comercial tocando som underground, tech house, progressive house, um som mais melódico, então a tendência é melhorar a sonoridade. A alguns anos atrás a gente só trazia e valorizada gringo, o comercial foi uma porta de entrada para galera conhecer que outros sons, então o underground está crescendo consequetemente. A cena do Brasil está muito quente, mas por causa da crise e impostos, muito dono de festa, média/pequena,está levando prejuízos, não conseguem sobreviver, mas os as festas grandes permanecem ativas, não é uma cena fácil mas é uma cena que está crescendo, e devemos saber aproveitar. Gazolla, você é um DJ de público exigente, se destacou no começo por suas produções com bastante groove, mas sempre levando a sério a melodia da música, flutuando pelas nuances do melodic techno e house, como você define seu estilo ? Então eu sempre tentei ir um pouco fora da curva, pensar um pouco fora da caixa, eu não gosto de ser igual, eu gosto de ser diferente, desde pequeno fui assim, não sei mas é coisa minha, e passei isso pra minha música, é dificil definir meu som como um estilo, tipo um gênero: progressivo, tech house, ele tem um pouco de cada que eu absolvo muito nessa experiencia como dj, eu gosto de groove, gosto de percussão, gosto de melodia, mas eu não gosto muito de som melancólico, eu gosto de algo reto, sem subir e nem descer, isso é coisa minha. eu estava experimentando fazer agora uns sons mas diferentes, escrevendo uma letra, um vocal, tentando passar uma mensagem, mesmo que seja subliminar ali na música e ai acho que ficou ficou pesada demais, ficou muito a cara de som de festival, acho que em uma rave a galera pode se assustar um pouquinho, ai to dando uma repaginada de novo, mas sem fugir da identidade, a coisa mais importante que um artista pode ter, é a sua identidade, das pessoas escutarem aquela música e saber que é sua. Se você reparar minhas produções, é dificil achar alguém aqui no Brasil ou em outro lugar no mundo, que produz a mesma linha, pode ser parecido, mas eu tento criar algo único e é isso que me faz seguir em frente, e uma hora vai acontecer. O que deseja alcançar através da música nas pessoas? Por experiência própria, a músicas tem um poder imensurável , ela quebra muitas barreiras, eu falo por mim mesmo , eu não sou ninguém também, eu queria tocar, queria viver disso, eu não tinha nenhuma data, o que que eu fui fazer? fui fazer música, pra chamar atenção das pessoas, pra conseguir tocar, e tinha alguém no outro lado do mundo, tocando minhas musicas, queria que eu fosse lá tocar, eu gosto de levar esperança, sentimento bom, eu quero que a pessoa se conecte comigo, esqueça os problemas, se sinta mais leve, de alma lavada. Como é seu processo criativo? Eu gosto de buscar muito inspiração nos lugares que eu viajo, na natureza, eu gosto muito de natureza, em outras músicas, no cotidiano, no comportamento das pessoas, essa é minha fonte de inspiração " a vida", muito mais que artistas, deejays, entendeu? eu gosto de procurar inspiração na vida. Meu processo criativo na hora que eu to fazendo uma música é como se eu tivesse pintando um quadro, é muito rápido, então as vezes eu faço uma música em quatro a cinco horas, quando estou ali com a criatividade alta, ela simplesmente soa, ela sai assim, sabe? eu não pego uma referência e "falo: "ahh, vou fazer um som igual a esse..." é como se eu tivesse pintando um sentimento meu ali, botando pra fora, e ele está virando música, como se fosse pintando um quadro ou simplesmente ela sai, acho bem legal porque fica bem arte mesmo, sem ficar pensando muito, ou querer seguir um padrão (reprodução:@andregazolla_) André tem alguma track que é a mais macante na sua vida? qual seria acho que cada track marca um momento na nossa vida, é dificíl eu falar uma assim, mas cada período da minha vida tem uma track que eu vou ouvir e vou lembrar, vai ser bom que vou dar risada, eu vou lembrar de bons momentos e lembrar dos momentos ruins também. Uma que eu gosto muito, e que está alta de novo, é Hungry for the power do Jamie Jones acho essa faixa incrível. Agora recentemente você se apresentou em mais uma edição do Universo Paralello, com um set incrivel, é possivel escolher a melhor gig que você já tocou? Universo paralello é incrível mesmo, o que a gente sente ali é indescritível sabe? a experiencia, a energia do lugar. As pessoas perguntam: como foi? e essa pergunta é muito difícil de responder, eu falo" cara vai lá e conhece, depois você tira sua conclusão, é difícil, é intenso, a gente passa uns perrengues mas é muito bom sabe? a gente se desprende de várias coisas, é tudo na intensidade máxima, a energia, gente se sente vivo ao extremo, é muito massa... É difícil escolher uma gig, a melhor gig que já toquei ,porque cada uma tem sua importância, eu gostei muito de tocar fora do país, porque a gente nunca sabe o que espera por nós, e fui surpreendido, com pistas incríveis. A costa Rica é meu lugar favorito de tocar, fora do Brasil, a energia muito forte, a hora que subir no palco, eu me senti muito pleno, perfeito, a energia estava muito boa.. (reprodução:@andregazolla_) Quais são suas influências dentro e fora da música? Minhas influências vem da vida, do meu dia-dia, das pessoas, de outras musicas, sem ser musica eletronica, de vez em quando gente tem que dá uma isolada das redes sociais e de tudo, para buscar inspirações,
- Festival Burning Man 2019 e sua estrutura.
Erguida no deserto de Nevada, a Black Rock abriga desde a década de 1980 o festival de contracultura Burning Man, que tem suas instalações construídas e, em seguida, incendiadas pelos participantes. “Metamorphosis” foi o tema do festival Burning Man deste ano, que aconteceu nos dias 25 de agosto à 2 de setembro. Milhares de artistas e arquitetos do mundo todo se encontraram para dar asas a criatividade, criando instalações e pavilhões de acordo com o mote do evento. O templo principal deste ano foi chamado de “Temple of Direction” (Templo da Direção). A estrutura foi inspirada na arquitetura japonesa e possui uma forma linear que reflete a passagem da vida com seu começo, meio e fim. Assinado pelo artista Geordie Van Der Bosch, este é um dos espaços mais importantes e reverenciados do evento, onde frequentadores meditam, rezam e refletem antes da estrutura ser totalmente queimada na última noite do festival. Andromeda Reimagined - John Marx - São Francisco Projetado pelo arquiteto John Marx do American Institute of Architects (AIA) e co-fundador e diretor do escritório Form4 Architecture, “Andromeda Reimagined: Um Santuário em Deep Playa” é uma instalação interativa, concebida especialmente para o Burning Man de 2019. Andromeda Reimagined é uma reflexão sobre como a arquitetura pode afetar as pessoas emocionalmente, e por isso, John Marx criou uma série de elementos contextuais e sensíveis. E mais do que isso, o principal objetivo de Marx com o seu projeto de intervenção é chamar a atenção das pessoas para uma série de personagens heróicos femininos, encorajando o empoderamento das mulheres, além de criar uma grande área sombreada para os participantes do festival. Ele re-interpreta o mito grego de Andrômeda, como “uma mulher forte e independente, a qual encontra a salvação através da solidariedade das pessoas.” Fabricada com madeira compensada e estrutura de aço, Andromeda Reimagined é uma pirâmide de cinco lados com oito metros de altura e 4,5 metros de diâmetro que evoca o céu estrelado que iluminará as noites no Black Rock City. A pirâmide concebida por John Marx por sua vez, quando iluminada, projetará raios de luz como um grande farol em meio ao deserto. No interior da instalação de Marx há uma escultura de bronze chamada de “Freedom & Awaken”, a qual decora o espaço central enquanto que uma série de painéis suspensos complementam a atmosfera lúdica do espaço interior. Os visitantes são convidados a escrever e desenhar nestes painéis, fazendo menção as suas próprias heroínas. Steam of Life - Sauna on Fire and JKMM Architects - Finlândia Steam of Life assume a forma de um pavilhão de madeira circular onde os arquitetos do JKMM pretendem revisitar a tradicional experiencia da sauna finlandesa, transformando-a em uma instalação de arte desconstruída. Para o projeto da Steam of Life, a JKKMMs Architets - um grupo de arquitetos e designers fundado há vinte anos na Finlândia - juntou suas forças com o Sauna on Fire Collective, uma iniciativa internacional com sede em Helsinque voltada a promoção da cultura participativa e engajamento social. A instalação concebida para o Burning Man deste ano é uma re-interpretação de um dos espaços mais característicos da cultura finlandesa, traduzida nas formas de um pavilhão efêmero que ocupará temporariamente o deserto de Black Rock. " A sauna é um lugar para libertar a mente - um lugar de metamorfose - e por isso pensamos em trazer a experiência da sauna para o deserto e para a Black Rock City. Como muitas pessoas que frequentam o festival, acreditamos que as lideranças estão passando por um processo de transformação, exigindo sua própria metamorfose. O Burning Man tem inspirado as pessoas a repensar os processos de gestão e organização, especialmente para nós arquitetos - que adquirimos experiência nessa área a partir de um entendimento mais conservador e hierárquico. O Burning Man está provando que existe um outro caminho e nós estamos dispostos a aprender desta experiencia colaborativa. Temos pessoas de diferentes lugares assumindo distintas responsabilidades escolhidas voluntariamente. Este processo tem provado ao longo dos anos que é possível promover novos talentos de uma maneira mais eficaz, gerando resultados muito mais criativos e surpreendentes daquilo que estamos acostumados a ver.” - Samppa Lappalainen, Arquiteto e CEO da JKMM.
- CHICAGO, A NOITE MISTERIOSA.
Dia 11 de Janeiro acontecerá mais uma edição da Chicago em Aracaju, com 2 dos 6 Djs da sua Line já anunciados, promete ser a sua edição A Primeira atração é o DJ e produtor paulista 33Hz, passou por palcos de grandes festas, clubes e festivais como : Green Valley, El Fortin, Low Session, Park.Art, Soulvision além de ter também feito tour internacional quatro vezes em Moçambique e duas vezes na África do Sul aonde tocou no famoso club Truth junto com Kyle Watson. Com dois álbuns lançados “Elev8” e “Out of Box” e collabs com grandes artistas como Gustavo Mota, foi o Headline da primeira Chicago e retorna nessa quarta edição. Segunda atração confirmada é o Eduardo Drumn com 10 anos de estrada já teve releases de importância no seu segmento! esteve por muitas vezes no top 100 do beatport em lançamentos por Label como Lou Lou Records, Bali Praia (Indonésia), Prison Entertainment entre outras... Agora com sua própria Gravadora “Not Thx” tambem tem alguns releases e recentemente teve sua track tocada pelo Solomun no Club Pacha em Ibiza.
- QUEM SÃO OS DJS DA CHICAGO 2017?
Expoente DJ e produtor brasileiro, Erivelton Rodrigues já tem lançamentos em grandes gravadoras. Seu projeto @dashgroove é reconhecido pelo mundo assim como os nomes que dão suporte a sua tracks. Seus últimos lançamentos têm sido tocados por grandes artistas, como LouLou Players e Kolombo. Dash já deixou sua marca nos maiores festivais e clubs do Brasil, tais como El Fortin, Pacha, Green Valley https://soundcloud.com/dash-groove Hugo Klima, despontou na cena eletrônica do interior de São Paulo sendo fortemente assediado por DJs/produtores “dinossauros” por conta de sua habilidade inigualável no estúdio. Com releases autorais como “Bitches”, lançada no início de 2017 pela Quartzo Records, Kubi avança numa direção cada vez mais comercial. Ao lado de Jørd, lançou “World Is Mine” (revisitando David Guetta). Seus graves rebolantes estão presentes em sets de DJs como Vintage Culture, Cat Dealers, Gabriel Boni. https://soundcloud.com/kubioficial Versatilidade e habilidade fazem do @krash.music um artista autêntico. Envolvido com música desde criança, o artista já percorreu os 4 cantos do país, levando sua música e sua raiz musical, tendo assim o reconhecimento e experiência para levar seu trabalho a outros países. Com mais de 3,0M de plays em suas faixas autorais, remixes, colaborações, e suportes dos melhores artistas do mundo, o artista vem para ser mais um reforço da nova safra de produtores nacionais! https://soundcloud.com/krash_music Talento, carisma e um jeito ímpar de conduzir uma pista de dança , Eleva certamente é um dos nomes mais relevantes quando o assunto é música eletrônica no Nordeste. Altamente engajada com a vida noturna na sua cidade, ela é idealizadora e produtora dos selos Sunset Maceió e Level. Sua sonoridade envolvente é o resultado de uma pesquisa impecável e de mixagens precisas, sempre inovando através do seu som que vai do House ao Techno, em uma mescla impecável que resulta em um set enérgetico e cheio de Groove https://www.p4producoes.com/eleva https://soundcloud.com/elevamusic Pedro cerqueira é o nome por traz do projeto Maynard. Deejay residente da EMP, uma das maiores labels do nordeste, vem se destacando cada vez mais na cena eletrônica. Formado por uma das maiores escolas e casa noturna do mundo e do Brasil, a D-edge. Tocou com grandes nomes como Alok, Vintage Culture, lazy bear, dash groove,33hz, Gabe, Nicolau Marinho e outros. https://www.p4producoes.com/maynard https://soundcloud.com/maynardoficial Há pouco mais de 4 anos no mercado musical André Felizola, DJ residente da P4, traz o projeto D.Connection levando ao público as seleções mais atuais da música eletrônica, já dividiu palco com grandes nomes do cenário e é anfitrião de baladas com labels de peso, como Chicago, Reveillon Sun, La Pineal e Bass. https://www.p4producoes.com/dconnection https://soundcloud.com/higor-novais
- De Palermo a Berlim: a História do DJ Tennis
Nome por trás da gravadora Life an Death, Manfredi Romano conta por que largou a Ciência da Computação para se dedicar inteiramente à música. No final dos anos oitenta, o punk fazia o seu melhor para retificar a má imagem que a década injustamente colocou no rock. Esse é o cenário no qual Manfredi Romano cresceu. Na quente e lotada cidade costeira italiana de Palermo, Romano entrou em contato com alguns dos soldados mais influentes do rock e do new wave como, Sex Pistols, The Cure, Ultravox e The Jesus and Mary Chain, entre outros. É meio supreendente que Romano, inspirado no new wave, terminasse como um DJ mundialmente reconhecido do techno e o co-fundador de um dos selos mais interessantes da dance music. "Eu tenho velejado o mundo da música desde que tenho 15 anos de idade, sem parar", diz Romano ao THUMP. De mixes de cassete de gravações de rádio feitas para suas namoradas no colégio, a colecionador de 12 polegadas de italo-disco durante a maior parte da sua adolescência, "sempre que eu tinha algum dinheiro no bolso eu comprava discos", ele diz. Seu colecionismo de vinis logo se transformou em discotecagem, o que o levou a gravar um álbum de italo-disco aos 18 anos de idade. Mas isso não era o bastante para Romano. "Eu sempre tive isso na cabeça que queria organizar festas, quero mudar alguma coisa", afirma. "Eu quero fazer alguma coisa acontecer, em uma cidade como palermo — que é bem ao sul da Sicília, onde nada acontecia de verdade". Mesmo depois de mudar para Pisa, quando foi para a universidade por volta dos 19 anos, o foco de Romano nunca deixou de ser a música. "Mesmo que eu estivesse estudando ciência da computação na universidade, minha paixão e a minha cabeça estavam voltadas para a música". Ele então foi apresentado à Macchianera, a distribuidora responsável pela maioria dos discos de punk americano na Itália. Durante seu tempo na universidade, Romano trabalhou como gerente de turnê para várias bandas "organizando shows, levando os caras na van — era um trabalho fedorento". Depois de anos estando dentro e fora da indústria da música em várias funções, Romano se desinteressou de vez pela ciência da computação. Depois de se formar, ele disse adeus a seus estudos. "Eu pulei numa van e andei pela Europa com uma banda do K Records, chamada Old Time Relijun", ele diz. Depois de vagar — mesmo que temporariamente — para longe da dance music, Romano diz que foi o Warp Records do final dos anos 90 que começou a lançar o que ele chama de "coisas bem esquisitas e dançantes". Seu interesse em discotecar foi rejuvenecido, em parte por ter ficado intrigado pela ideia do IDM. "Enquanto DJ, essa combinação de coisas rítmicas estranhas, sons de sintetizador bem analógico, grandes arpeggios, grandes sons de glitches, isso ainda me influencia", diz Romano. Foi no festival Dissonanze que Romano ajudou a fundar, há mais de uma década, quando ele diz que o artista alemão Christian Kleine o apresentou ao Ableton Live. Sendo familiarizado e fluente em programação de computadores, Romano começou a experimentar com camadas de sons obscuros. "Eu comecei fazendo músicas para filmes, para comerciais, para peças de teatro — tinha muito dinheiro em fazer música para comerciais. Por 30 segundos de música, talvez naquela época fosse 8 mil Euros", diz Romano. "Eu quase vivi disso como um trabalho paralelo da minha agência. Eu passava noites fazendo música e era bem fácil para mim". Mas foi a sua agência, Daze.it, que roubou o tempo que Romano tinha para discotecar. O selo, que o produtor deu início na universidade, começou como uma agência que marcava shows na Itália. Acabou virando uma agência de techno no caminho marcando shows tão grandes quanto o de Richie Hawtin. "Trabalhar como promoter e agente na Itália é trabalho pesado", diz Romano. "Quer dizer que você precisa brigar no celular o dia inteiro — com todo mundo". Depois de convidar Greg Oreck do Thugfucker para ficar com ele em sua casa na península em 2010, Oreck e Romano frequentemente se pegavam falando sobre o mal estado em que a indústria se encontrava. Depois de mandar a faixa de Oreck para selos e não ter resposta, Oreck e Romano decidiram fazer o disco por conta própria. Sendo fã instantâneo de Matteo Milleri do Tale Of Us desde que foram apresentados, Romano pediu à dupla um remix da nova faixa do Thugfucker, "Disco Gnome". A dupla mandou o produto terminado cinco horas depois. Foi depois da gravação do álbum que Romano começou a perceber que ser um produtor de shows não era mais interessante para ele. Logo deu controle total a seus colegas da agência e se mudou para Berlim. "Na época eu tinha 40 anos e disse 'quero voltar e começar do zero", diz Romano. Em 2010 eles lançaram "Disco Gnome". Que ficou um mês sem fazer grande barulho, foi depois que Loco Dice, Peter Tong e a rádio italiana tocaram a faixa que ela explodiu, diz Romano, "Esse foi o começo do Life and Death". Nessa hora, os entornos de Romano estavam cheios de inspirações sombrias e melódicas para criar não faixas, mas o que ele considera paisagens sonoras. Ele se encontrou influenciado pelos beats darks e ambient de Aphex Twin e Boards of Canada. "Sempre houve uma troca orgânica e osmose", ele diz sobre o selo. "Eu acho que todos nos naquela época, incluindo Seth Troxler, Ryano Crosson, Lee Curtiss, que estavam começando a Visionquest, tinham aquele espírito também. De certa forma, toda essa coisa se juntou depois de 2011, ficou cada fez maior e agora é enorme". Romano acha que o espírito mudou, mesmo que pouco. O branding de artistas e selos hoje conta cada vez mais, algo que Life and Death tem tentado se afastar. "É assim que a media funciona, como pessoas tentam ganhar o maior número de 'likes' que conseguirem com um post de Facebook, ou Instagram", diz Romano. "Tem muito pensamento atrás disso, e tem muita gente gastando dinheiro com isso". Tendo opinião parecida com as matérias de listas que a imprensa faz hoje em dia, Romano não está interessado nas formas atuais de comunicação. "Eu acho que muitos blogs de música ao invés de falarem sobre a música, falam sobre fofocas e porcarias em volta dela". Para Romano, e seu codinome como DJ Tennis, a indústria da música precisa perder um pouco do profissionalismo. "Em música é importante trabalhar com pessoas que você gosta e são seus amigos; é muito importante ter conexões emocionais com pessoas para funcionar". Citando a extrema distância entre artistas e selos como a razão da queda nas vendas das grandes gravadoras, Romano procura preencher a lacuna entre aqueles com quem ele trabalha e colabora. "Não precisa ser um relacionamento super forte", diz ele, "mas precisa pelo menos uma confiança e um sentimento bom e emocional. Eu também acho que é por isso que selos como Innervision funcionam, ou outros selos que são assim". Isso não equivale dizer que Romano não entende a importância do crescimento da família Life and Death. Esse ano, pela primeira vez, vai haver uma mostra de selos em Ibiza. Seis semanas antes da temporada de Ibiza, a família Life and Death vai dominar o terraço. "Isso foi ideia do Matteo e eu fico feliz que ele tenha a coragem de fazer isso — eu provavelmente não teria", diz ele ao THUMP. "Quer dizer, você sabe que Ibiza é um lugar estranho, é fácil ficar demais. Eu acho que é exatamente um equilíbrio correto e estamos muito felizes com isso". O equilíbrio a que Romano se refere transcende seus sets. No último fim de semana, ele tocou na Toronto Island para a primeira edição do Bestival fora do Reino Unido — um festival reconhecido pelas fantasias. Lembrando suas raízes no esporte, Romano disse iria fazer um tributo ao seu herói do tênis, Johnny McEnroe. Parecido com o grande Johnny Mac, ele gosta de fimar baseados com seus amigos hippies em São Francisco. Canadenses podem estar seguros que Romano acha a hospitalidade do país é fantástica. "Eu experimentei a erva de Toronto", ele admite. "É ótima". Tennis mora em Berlim onde também divide a label e estúdio com a inovadora dupla Tale of Us. Ele tem trabalhado severamente para formar grupos musicais jovens e inspirados como Clockwork e Esperanza, entre outros.
- DJ e Produtor Copolla é a grande aposta do selo DOC Records.
Luiz Coppola Monegatto conhecido como Copolla no cenário do techno, começou a tocar com apenas 12 anos de idade, e aos 15 quando conseguiu comprar seu primeiro macbook, começou a se dedicar na produção musical. Ainda muito jovem, Copolla assinou com uma grande agência de bookings, a "Plus Network" e teve que se emancipar para conseguir se apresentar nas gigs. Atualmente Copolla está produzindo um EP pela DOC Records, selo do Gui Boratto, sua principal referência, podemos esperar muito desse jovem prodígio.
- Entrevista com o DJ e Produtor Markov, que atualmente reside em Lisboa.
Com o aumento gradativo de artistas no cenário, o mercado da música eletrônica exige cada vez mais dose de coragem, batemos um papo com Marco Antônio, o Markov que saiu de uma aposta para realidade no cenário Tech-House, atualmente reside em Lisboa/Portugal, lançou seu primeiro EP "Bass Down Low" pelo selo Koffe Records recentemente, dividindo palco com grandes artistas, como Vintage Culture, Meca, Melanie Ribbie, Copolla, Dubdogz, Kvsh, André Gazolla e apresentações em gigs na Europa, falou sobre diversos aspectos da sua vida profissional e pessoal. Olá Marco. Muito obrigado por nos ceder esta entrevista. Para começarmos, como você teve seu primeiro contato com a música eletrônica e como descobriu que era isso que queria fazer para a vida? Olá, sempre um prazer poder falar um pouco de um assunto que me atrai tanto. Me sinto ainda mais feliz por conseguir agregar de alguma forma no meio! Acredito que meu primeiro contato com a música eletrônica foi quando eu era criança e meu primo mais velho me mostrou o remix do Skazi para o clássico I Wish do Infected Mushroom, depois disso procurei bastante sobre ambos artistas e o resto foi consequência. Descobrir que era isso que eu queria para a vida foi um processo muito mais denso. Mas acabou sendo natural pelo fato de sempre estar no meio curtindo ou produzindo eventos. Recentemente você se apresentou em gigs por Londres e Lisboa dividindo o palco com Dubdogz e Kvsh, como foi o seu contato com a pista de cada lugar? Foram experiências diversas e incríveis. Em Londres toquei em Westminster num Club muito mais intimista, praticamente sem palco e perto do público. Acho que isso me ajudou a explorar um som mais envolvente, reto e com bem menos breaks... Já em Lisboa toquei para uma pista maior, em um palco mais estruturado e com aquela vibe de um grande club, então minha ideia foi explorar um som mais dinâmico. No final das contas foram experiências diferentes mas que me agregaram bastante na relação entre DJ e pista. Como está sendo a sua experiência sonora morando em Lisboa e qual a diferença para o cenário Brasileiro? Acredito que seja a maior experiência sonora que já presenciei na vida. Aqui eu sinto que não há tanto apego pelos new releases como no Brasil, mas ao mesmo tempo você tem contato com as novidades (principalmente no techno) antes que todo mundo. A necessidade de tocar “hits” também é extremamente menor. Ir a um bom club ou a alguma private é como entrar numa pesquisa densa de novas (e antigas) fantásticas tracks. Uma diferença grande pro cenário brasileiro é a enorme quantidade de DJs que preferem o vinyl. A grande diferença fica por conta do house music. O que é consumido e tocado por aqui é bem diferente do que temos a nível dos grandes festivais do segmento no Brasil. Você lançou seu primeiro EP "Bass Down Low" pelo selo Koffe Records, que possui duas faixas, uma que intitula o nome do álbum e "oh me", que são faixas bem produzidas, com bastante groove, como está sendo a recepção do seu público e você está satisfeito com o resultado final? Apesar do EP ter sido lançado em dezembro de 2019, eu produzi essas tracks em meados de julho, o que foi antes da minha experiência de estar aqui. Acredito que as próximas tracks a serem lançadas já terão uma cara diferente, mas ainda assim respeitando a identidade que quero agregar ao projeto. Quanto à recepção de pista eu tive ótimos resultados, principalmente com a track que deu nome ao EP, a Bass Down Low. qual foi a a principal gig que você tocou? Sinceramente essa é uma pergunta que eu não consigo ter uma resposta exata. A nível de importância profissional com certeza são as gigs em Londres e Lisboa, mas ao mesmo tempo fui residente da Sollares que é a maior festa do circuito nordestino e que eu tenho um carinho imenso. É uma festa que eu amo tocar. Ainda em 2019 eu toquei na Inferninho em Salvador que deve ser uma das minhas festas favoritas pela proposta e conceito que ela carrega. Um caso parecido com esse é o da EMP lá de Maceió. Era uma festa que eu curtia na pista e me imaginava um dia tocando. Algum tempo depois eu estava segurando a pista da festa até às sete da manhã. É impossível criar uma escala de importância, cada uma delas me tocou de uma maneira diferente. O que você pensa sobre o cenário tech-house atual? Tech-house é a vertente do house que eu acredito que esteja mais em alta hoje. E quem acompanha o cenário já estava visualizando isso há pelo menos dois anos quando o brazilian bass começou a morrer e o bass house não acompanhou o sucesso. Acho que este hype criado em cima da vertente ajudou diversos produtores a terem destaque em seu trabalho. A nível Brasil tivemos muita gente nova lançando muito trabalho bom na pista e ainda a reinvenção de alguns DJs grandes da cena. O que me incomoda é apenas a migração em bando para o estilo como se fosse uma fórmula do sucesso. Vi muitos projetos simplesmente esquecerem sua identidade para tentar focar em um produto midiático. Você já teve algum entrave na sua carreira como deejay? Algum episódio que considera delicado? Os entraves na carreira de um DJ começam do momento que ele decide seguir essa carreira até a hora de subir no palco. Problemas com raider técnico, equalização do som, equipamento, imprevistos, produtores despreparados, calotes, além de um certo preconceito com a profissão. Acredito que meus episódios delicados vieram de pequenas situações específicas que me deparei em diferentes gigs. Markov é possivel citar apenas uma track que tem extrema uma importância para você? É uma pergunta muito difícil pra quem nunca é exato. Eu tenho tracks que são de extrema importância para mim em diferentes aspectos e para diferentes momentos. Para ser justo vou na primeira que veio a minha cabeça, apesar de clichê: New Order - Blue Monday Marco você é bem ligado as artes no geral, você sempre posta na sua rede social muita imagem de arte urbana (Graffite), quadros e você possui um estilo próprio, quais são as suas influências dentro e fora da música? Eu sempre fiz questão de não vincular meu projeto apenas à ideia da música eletrônica. Existe todo um conceito e história que eu carrego comigo antes de pegar na CDJ, colocar meu pendrive e me apresentar ao público. Eu costumo pensar que a música eletrônica é o produto final. Então, para chegarmos até ele, eu vínculo direta e indiretamente tudo que faz parte da minha vida ou que eu admire de alguma forma. A Esther Alencar (DJ que trabalhou em meu projeto como minha diretora de marketing) abriu muito minha cabeça quando me disse que MARKOV deveria ser uma referência artística geral e não apenas musical. Então eu faço de tudo para agregar ao projeto todas as minhas vivências e percepções sobre arte, música de diversos gêneros e até mesmo moda. A experiência na Europa criou uma ligação muito clara em minha mente entre a música e a arte urbana, a cidade e as pessoas. Está tudo interligado. O que você gosta de fazer nos tempos livres, fora a música eletrônica? Quando estou fora da música eletrônica eu ainda estou na música. Escuto música basicamente o dia inteiro. Em meu tempo livre eu gosto de relaxar ouvindo rap, blues ou jazz, assistir bons filmes (com minha mania chata de sempre verificar a nota antes de assistir qualquer coisa) ou simplesmente ir para uma das milhares de jams ou rodas culturais que temos em Lisboa. para finalizar o que podemos esperar de Markov em 2020? Acredito que Markov em 2019 teve uma experiência e um crescimento pessoal muito maior que profissional. No final do ano passado e no começo desse ano eu dei uma espécie de hiato para organizar a carreira e entender melhor certas definições para o futuro. Em 2020 eu pretendo mostrar ao público um projeto muito mais maduro e autêntico aos meus termos. Me vejo em uma fase de reinvenção diária.
- Renato Ratier e sua obra-prima a d-edge.
Antes de ser uma referência na música eletrônica, Ratier é herdeiro de fazendeiros em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, em meados dos anos 90, Renato trabalhava nas fazendas da família, mas era o cara que trazia para a cidade o sopro moderno dos grandes centros urbanos. Cada vez que desembarcava de uma nova temporada fora, ele inventava algo especial. Teve loja de discos, café, criou uma marca de roupas, uma multimarcas, produzia fanzines e programas de rádio, até criar sua obra-prima particular, a D-Edge, que virou referência de vanguarda no centro-oeste. Enfim, era ele quem fazia a cabeça de uma legião de jovens ávidos por novidades. A abertura da D-Edge em São Paulo selou a relação permanente com a cidade. Tornando-se a principal balada da capital paulistana e uma das principais do mundo, com passagem dos melhores da cena global. Um dos principais fatores que fazem a singularidade da D.EDGE é o seu design sofisticado. Reconhecido mundialmente pela excelência de uma identidade tão única, o clube construiu seu prestígio ao manter elevados níveis de elegância em torno de uma arrojada proposta visual. Muito mais que uma questão de mera decoração ou arquitetura, cada elemento é pensado com cuidado para formar uma totalidade que intensifica a experiência sensorial de todos em seu interior. A união entre o talento do brilhante Muti Randolph e a inventividade de Renato Ratier criou as condições perfeitas para que a sinergia entre sonoridade e iluminação fosse acentuada ao máximo nessa atmosfera particular, na qual a sinestesia possui um papel central. A “caixa preta de som e luz” tornou-se um clássico e granjeou reputação global entre os amantes não apenas da boa música que a casa sempre procurou promover, como também de todos os interessados naquilo que uma ambiência singular pode oferecer.
- The tantra bar in ibiza, located in playa D'en Bossa, is a great option for Pacha and Hi Ibiza goers
Tantra got a proper facelift a few years ago with the indoor space now functioning as a self-sufficient, closed-door club/bar, with a full license until 6am. The inside of Tantra is quite large for a bar, with plenty of seating to chill on and plenty of floor space to dance on. The front terrace seating area faces on to the main road through Playa d'en Bossa, with new LED screens for decoration and loads of chairs and tables to enjoy your drinks at while either listening to the music from the live DJs or watching sport on the big screen TVs and projectors. While there is also a wooden decking area to the side of the venue for more space, this is rarely used, however it always makes an appearance during the bar's now infamous closing parties, where huge names like Joseph Capriati and Pan-Pot have played. Tantra plays host to a variety of official pre-parties throughout each season, with many of the major clubs being a short walk from the venue itself. You can expect to see some of the biggest DJs and some of the dance music's future stars playing early in the night. This venue is always hugely popular due to its setup and location only 100 m from the entrance of Ushuaïa and Hï Ibiza opposite and all the smaller bars and beach venues of the Playa d'en Bossa resort. In recent years, it's become a solid after-party spot, with revellers drifting to its doors to continue the carnage well into the following day. Try it if you're brave enough.
- Dubfire é confirmado no carmaval da D-edge.
A quarta edição do D.RRETE, o bloco de Carnaval do D-EDGE, anunciou nesse domingo, como “special guest”, um dos favoritos das pistas brasileiras de house e techno: Dubfire. O DJ iraniano se apresentará no dia 23, em cima do trio elétrico. Uma segunda atração internacional especial deve ser revelada ao final desta semana, substituindo Gui Boratto, que não estará mais presente (por incompatibilidade de agenda, segundo representantes do clube). Vale lembrar que neste ano, pela primeira vez, o D.RRETE funcionará durante dois dias, e ficará fixo no Memorial da América Latina. Os ingressos estão em pré-venda até esta quarta-feira — às 23h59, vai rolar a virada para o primeiro lote
- O Talhado Club viveu uma noite inédita com a Chicago "Mysterious Night".
No dia 11 de Janeiro aconteceu mais uma edição da Chicago "Mysterious Night" em Aracaju, no Talhado Club. A festa contou com a presença de Luck, J.Dino (EMP), Maynard, 33HZ, Casual Order, JJ e Eduardo Drumn. Momento que Maynard comanda o groove da festa, com bastante bass no seu repertório, ninguém ficou parado na pista do Talhado Club, logo em seguida entrou o paulista 33Hz que possui bastante experiência no mercado, com passagens em grandes festivais manteu o ritmo da pista. Chicago recriou um ambiente de uma noite misteriosa, com pouca iluminação geral, mas feixes de luzes posicionados estrategicamente, se tornou propício para o som mais underground do produtor JJ, que fez uma apresentação memorável no Club. O club amanhceu ao som de techno, Eduardo Drumn um dos headline da festa, atraiu toda atenção do público com set melódico e elegante.
- Warung Club, o templo da música eletrônica.
Warung em balinês, significa casa. Ou seja, local onde se tem o prazer de receber turistas, visitantes, clientes e, principalmente, amigos. Já o Warung Beach Club, para seu fiel público e novos adeptos, é o templo da música eletrônica. Um club de conceito, reconhecido nacional e internacionalmente, não só pela qualidade da música, mas por vários outros quesitos. A decoração temática e o projeto possuem um forte elo com o visual das ilhas da Indonésia. O Warung foi construído de frente para o mar, na paradisíaca praia Brava de Itajaí, uma das regiões mais descoladas do litoral catarinense. A partir da varanda principal do mezanino, tem-se uma vista privilegiada de toda a Praia Brava e o vizinho Balneário Camboriú. Todos os anos, milhares de turistas e veranistas de todo o país e vindos de todos os cantos do mundo, encontram na Praia Brava um paraíso preservado, com praia e mar limpos, sendo toda a região fortemente voltada para o turismo. Inaugurado em novembro de 2002, o Warung Beach Club surgiu como uma nova e imponente opção de entretenimento e lazer de qualidade para Santa Catarina e para todo o sul do Brasil. Logo virou referência também no cenário internacional. Seu conceito envolve: diversos bares e banheiros e 2 pistas de dança, uma ao ar livre e outra principal com capacidade para mais de 2 mil pessoas, com camarotes e lounges. Com a proposta voltada exclusivamente à música eletrônica, o club tem a capacidade máxima de 2.500 pessoas por evento. Toda a decoração e os móveis são exclusivos e escolhidos pessoalmente pelos proprietários em viagem à ilha de Bali. Cadeiras, mesas, bancos, sofás e almofadas, lustres, esculturas em pedra e madeira lotaram dois contêineres de carga. O Warung Beach Club não demorou a ser considerado o club conceito número 1 do Brasil em música eletrônica. Ganhou vários prêmios e foi citado em reportagens pelo mundo afora. Entre as citações mais recentes, foi eleito em novembro de 2005 pela mais importante revista especializada do mundo, a inglesa Mix Mag, entre os três melhores clubs do planeta. No início de 2006, a mídia britânica voltou a focar o Warung, pelas páginas da mesma Mix Mag e também da DJ Mag. As duas importantes revistas rasgaram elogios ao club, exaltando a beleza e a energia do público que freqüenta a casa, as boas vibrações da natureza que cerca o local e o som do club. Numa matéria intitulada com um explícito "Paradise Found" (Paraíso Encontrado), a DJ Mag dá o veredicto: "Se sua intenção é conhecer os melhores clubes do mundo, então o Warung é parada obrigatória". Seguindo a mesma linha, a revista Mixmag começa sua matéria declarando abertamente no título: "Brazil is the new Ibiza!" (O Brasil é a nova Ibiza!). Com um trabalho sério, desde o atendimento ao público até a criteriosa escolha de atrações, o Warung deu no segundo semestre de 2006 mais um passo na sua sólida expansão conceitual. Fazer uma festa em Ibiza, para um club brasileiro, já é um luxo por si só. O Warung, contudo, foi além: promoveu entre o final de agosto e o começo de setembro sua primeira turnê na Europa. Tomou Ibiza de assalto comandando o after hour mais cult da ilha espanhola, o Circo Loco, no cultuado DC-10. Depois deste belo começo, levou ainda seu elenco, equipe e know-how para mais duas paradas européias, em outros dois lendários palcos: o Cocoon, milionário club do DJ Sven Vath, e o The End, outro terreno sagrado da cena internacional. Por onde passou, a tour mostrou que o jeito brasileiro de fazer balada está mais do que em alta. Em 2008 o Warung fez sua estréia nos EUA. O primeiro passo foi uma festa em Miami, em março, durante a semana da Winter Music Conference. Dois meses depois, de volta à América, a casa realizou duas festas, uma em Las Vegas (Puff Club) e outra em Los Angeles (no Avalon Club). Com esta clara expansão de fronteiras, o Warung Beach Club segue na linha de frente entre os melhores clubs do mundo. Sempre mantendo a mesma mágica que, explicações à parte, só é mesmo compreendida quando se vive uma noite na casa. Fonte: warungclub.com.br











